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Circulação do vírus sincicial mantém alta síndrome respiratória em crianças, diz boletim da Fiocruz

SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) – O Boletim InfoGripe da Fiocruz, divulgado nesta quinta-feira (11), mostra que a circulação do vírus sincicial respiratório (VSR) mantém altas a incidência e a mortalidade por síndrome respiratória aguda (Srag) em crianças pequenas. Na população idosa, as mortes por Srag são causadas principalmente por Covid-19 e Influenza A, vírus da gripe.

O VSR é o principal agente causador de bronquiolite em bebês, uma doença respiratória comum e altamente contagiosa cujos sintomas principais são tosse e falta de ar. Em geral, os casos são leves, mas podem resultar em internações hospitalares.

A alta circulação do VSR afeta a incidência e mortalidade nas crianças pequenas. Outro vírus com destaque para a incidência em crianças é o rinovírus. Nas últimas oito semanas, a mortalidade por Srag foi semelhante entre crianças pequenas e idosos. A mortalidade da população com mais de 65 anos é mais associada à Covid e à Influenza A.

A Covid-19 se mantém em patamares baixos quando comparada com seu histórico de circulação. Porém, o vírus tem sido a principal causa de internação por Srag entre os idosos do Amazonas, Ceará e Piauí nas últimas semanas.

No cenário nacional, há sinal de queda na tendência de longo prazo (últimas seis semanas) e de estabilidade na tendência de curto prazo (últimas três semanas) nos casos de Srag. Porém, no Sudeste, o boletim mostra manutenção do crescimento de casos dos vírus influenza, VSR e rinovírus no Espírito Santo, em Minas Gerais e em São Paulo.

Na atualização, seis unidades federativas apresentam sinal de crescimento de Srag na tendência de longo

prazo: Amapá, Espírito Santo, Minas Gerais, Pará, Roraima e São Paulo.

Em 2024, foram notificados 93.160 casos de Srag, 45.404 (48.7%) eram positivos, 35.075 (37.7%) negativos e 7.393 (7.9%) aguardam resultado laboratorial. Nas últimas quatro semanas epidemiológicas a prevalência entre os casos positivos foi de Influenza A (43,2%), Influenza B (1,3%), VSR (17,7%) e Sars-CoV-2 (21,4%).

A análise tem como base os dados inseridos no Sivep-Gripe até 6 de julho.

Redação / Folhapress

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