Em outros momentos, o mercado de trabalho aquecido ajudaria a aumentar a percepção de otimismo da população, mas uma série de fatores tem feito com que a sensação de confiança do brasileiro não reflita os indicadores positivos de emprego.
É o que aponta análise dos economistas Fernando de Holanda Barbosa Filho, Paulo Peruchetti e Janaína Feijó, associados ao FGV Ibre (Instituto Brasileiro de Economia, da Fundação Getulio Vargas).
Segundo os pesquisadores, esse descompasso é sustentado por níveis elevados de endividamento e inadimplência, além do uso de crédito mais caro, com impacto desproporcional sobre as famílias de menor renda.
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