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Terreno de mansão mais cara do Brasil deve render dez casas menores, de 1.500 m²

SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) – A construtora responsável pela compra do terreno no qual está localizada a “mansão mais cara do Brasil” planeja construir no local pelo menos uma dezena de outras mansões (12 no máximo). A venda foi firmada há pouco mais de dez dias e ficou na casa dos R$ 220 milhões.

Localizado no Jardim Pernambuco, no Leblon, Rio de Janeiro, o terreno de 11.200 metros quadrados tem vegetação nativa e vista para o Cristo Redentor e a Lagoa Rodrigo de Freitas. De acordo com Marcus Vinicius Souza, gerente de novos negócios da Mozak, empreendedora de luxo da cidade responsável pela compra, o projeto inicial prevê de 10 a 12 mansões divididas em terrenos em 1.200 metros quadrados.

No entanto, nada está fechado: tudo pode mudar a gosto do cliente; os interessados, claro, fazem parte de uma lista bem exclusiva.

“Os primeiros clientes vão poder escolher o terreno e idealizar a casa. Por isso, podem pegar áreas maiores para a construção, o que pode diminui o número de lotes”, diz ele ao F5. “Quanto maior o nível de desejos e ofertas, maiores os preços.”

Segundo o gerente, por causa da divulgação no mercado, não vai haver “fase de lançamento” do empreendimento. A expectativa é a de que não faltem interessados no negócio. De acordo com a assessoria de imprensa da construtora, o valor do metro quadrado passa dos R$ 100 mil e pode chegar a R$ 140 mil reais. Cada projeto será único.

“Somos cautelosos em antecipar características porque quem escolher vai ter o poder de customização, o que pode aumentar valores. Temos uma lista de possíveis convidados e esperamos vender todos os lotes até antes do fim do ano”, afirma Souza.

Sobre a mansão principal, existe a possibilidade de ela ficar disponível para venda em um dos lotes. A residência principal tem quase oito mil metros quadrados, oito quartos, seis suítes, estacionamento para 16 carros, cinco salões, vinte banheiros, heliponto, piscina semi-olímpica, sauna, churrasqueira, sala de música e elevador. O terreno pertencia à família Amaral, ex-proprietária da rede de supermercados Disco, que construiu a mansão em 1986.

MARIA PAULA GIACOMELLI / Folhapress

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