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Evolução será primeiro critério para desempate no Carnaval de SP

SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) – A evolução da escola no seu desfile será o primeiro quesito de desempate, caso duas ou mais agremiações terminem com a mesma pontuação na apuração do Grupo Especial do Carnaval de São Paulo.

A ordem de leitura dos nove quesitos avaliados foi sorteada em reunião com os presidentes das 14 escolas na tarde desta segunda-feira (3) na sede da LigaSP, na zona oeste da cidade.

O último quesito sorteado, a evolução, será critério de desempate.

A ordem dos quesitos na apuração são: enredo, bateria, samba-enredo, mestre-sala e porta-bandeira, comissão de frente, harmonia, alegoria, fantasia e evolução.

A pior nota dos quatro julgadores de cada quesito será descartada.

Segundo o regulamento, permanecendo empate de duas ou mais agremiações, em primeiro lugar, serão contabilizadas todas as notas descartadas.

Permanecendo o empate, deverão ser analisadas as notas da evolução.

Se ainda assim o empate prevalecer, será analisado o penúltimo quesito, que é fantasia, e assim por diante, do último para o primeiro.

Assim como nos anos anteriores, as duas últimas colocadas serão rebaixadas ao Grupo de Acesso 1.

RELEMBRE OS DESFILES

A disputa deste ano foi marcada por enredos variados e forte recepção do público.

No primeiro dia, a Dragões da Real emocionou com uma homenagem à música “Aquarela”. A Mancha Verde exaltou a cultura baiana, e a Camisa Verde e Branco celebrou Cazuza. Também desfilaram Colorado do Brás, Barroca Zona Sul, Acadêmicos do Tatuapé e Rosas de Ouro.

Viviane Araújo completou 20 anos como rainha de bateria da Mancha Verde e homenageou Daniela Mercury. Já a bateria da Colorado do Brás teve à frente Camila Prins, a primeira rainha de bateria trans do Carnaval de São Paulo.

A bateria da Império de Casa Verde desfilou fantasiada de Coringa, com um enredo inspirado em contos de fadas.

Problemas técnicos também impactaram algumas escolas. A Barroca Zona Sul teve um carro alegórico travado, prejudicando sua evolução. A Mocidade Alegre precisou empurrar um carro para concluir o desfile no tempo permitido.

No segundo dia, a Vai-Vai encerrou as apresentações com uma homenagem ao ator e diretor Zé Celso. A bicampeã Mocidade Alegre levou um enredo sobre a fé e enfrentou dificuldades com um carro alegórico.

A Gaviões da Fiel apostou em um enredo afro, enquanto a Tucuruvi celebrou a cultura indígena com a história do manto tupinambá.

Outros momentos marcantes incluíram Benito di Paula emocionado com a homenagem da Águia de Ouro e o impacto visual da Estrela do Terceiro Milênio, que resgatou a história da população LGBTQIA+ e relembrou a revolta de Stonewall.

FÁBIO PESCARINI / Folhapress

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