Perícia vai apurar se cavalo estava vivo ou morto quanto teve as patas decepadas em Bananal

Caso é investigado como crime ambiental e ganhou repercussão após circular nas redes sociais.

Polícia faz perícia para apurar se cavalo estava vivo ou morto quanto teve as patas decepadas em Bananal
Foto: Reprodução

A Polícia Civil de Bananal realiza nesta quarta-feira (20) uma perícia para esclarecer em que momento um cavalo teve a pata decepada durante uma cavalgada na zona rural da cidade: se ainda com vida ou após a morte. O caso é investigado como crime ambiental e ganhou repercussão após circular nas redes sociais.

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Segundo o delegado responsável pelo caso, Rubens Melo, em entrevista à TV TH+ SBT Vale, a análise será feita por peritos do Instituto de Criminalística com o apoio de um médico veterinário. O objetivo é entender as circunstâncias da morte do animal e do golpe que mutilou a pata dianteira. As conclusões do laudo devem orientar os próximos passos da investigação.

O cavalo morreu no sábado (16), durante uma cavalgada na região conhecida como Sertão do Guaraná Quente. Segundo o boletim de ocorrência, o animal apresentou sinais de exaustão e caiu no chão durante o trajeto. Uma testemunha que acompanhava o tutor relatou que o cavalo parou de respirar e, em seguida, foi golpeado com um facão.

A Polícia Civil tomou conhecimento do caso através de informantes e registrou boletim de ocorrência. Na segunda-feira (18), o tutor do animal, um jovem de 21 anos, compareceu à delegacia e prestou depoimento, confirmando que atingiu a pata do cavalo após acreditar que ele estava morto.

A testemunha, o motorista que a ajudou a sair do local e a mãe do tutor — que se pronunciou nas redes sociais — também foram ouvidos.

Apesar do golpe ter ocorrido, segundo o tutor, após a morte, a Polícia Civil afirma que o crime ambiental permanece caracterizado. A suspeita é de que o cavalo tenha morrido de cansaço extremo, sem receber qualquer tipo de atendimento veterinário ou socorro.

O procedimento será encaminhado ao Ministério Público ainda nesta quarta para análise e possível denúncia. O tutor responde em liberdade.

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