Lancha que naufragou com família em Itanhaém teria sido comprada há um mês

O irmão acredita que o motivo de ser uma recente aquisição não tenha influenciado no acidente.

Foto: Reprodução

A lancha “Jany”, que naufragou no último sábado (23) com uma família a bordo na região de Ilha da Queimada Grande, Itanhaém, havia sido comprada por Bruno Silva Dias há um mês.

A informação foi confirmada por um familiar da vítima, que também afirmou que apesar dele ter adquirido a lancha há pouco tempo, Bruno já tinha experiência com esse tipo de embarcação. Mas que a compra era um sonho do jovem que teria elevado o nível de embarcação com a “Jany”.

“Ele sempre pescou, sempre teve barco. O sonho dele sempre foi pescar no mar. A vida deles era isso”, afirmou o irmão de Bruno, se referindo também ao hobby dos pais.

O irmão acredita que o motivo de ser uma recente aquisição não tenha influenciado no acidente.

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No sábado (23), dia do acidente, Bruno e os pais Lucídio e Maria Aparecida, saíram logo cedo para aproveitar o dia na lancha. Durante a tarde, encaminharam áudios ao proprietário de uma marina comunicando que demorariam mais do que o previsto e por volta das 18h entraram em contato solicitando socorro e afirmando que teriam naufragado.

Desde então, o Grupamento de Bombeiros Marítimos (GBMar), a Marinha do Brasil e a Força Aérea Brasileira, estão mobilizadas nas buscas pelos corpos das vítimas. Uma delas já foi encontrada e reconhecida, se tratando do corpo da mãe de Bruno, Maria Aparecida da Silva Dias. Um segundo corpo foi encontrado, mas devido ao avançado estado de decomposição, ainda não foi possível o reconhecimento. O terceiro corpo ainda não foi encontrado.

A lancha foi localizada e encaminhada para perícia na Capitania dos Portos para que seja verificado o que pode ter contribuído para o naufrágio da embarcação.

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