Mães e familiares de crianças autistas se reuniram em frente ao GAIA (Grupo de Apoio ao Indivíduo com Autismo), em São José dos Campos, nesta semana, com um pedido em comum: que o local continue atendendo os pequenos durante toda a infância. O motivo do protesto foi a recente informação de que os atendimentos serão interrompidos para pacientes que completaram 7 anos de idade.
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A notícia causou preocupação nas famílias que dependem do atendimento oferecido pelo grupo. Segundo os pais, o GAIA é um dos poucos espaços onde os filhos têm acesso rápido a um acompanhamento multidisciplinar de qualidade — com psicólogos, terapeutas ocupacionais, fonoaudiólogos e outros profissionais essenciais para o desenvolvimento das crianças com Transtorno do Espectro Autista (TEA).



