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Fotógrafo registra Caravelas-portuguesas na Baixada Santista

Caravelas-portuguesas voltam a aparecer nas praias da Baixada Santista. Veja os riscos e como agir em caso de acidente.

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Final de ano tá chegando, o calor também, mas o cuidado não pode diminuir. As famosas caravelas-portuguesas (Physalia physalis) voltaram a aparecer pelas praias da Baixada Santista.

Na manhã da última terça-feira (21), o fotógrafo Rodrigo Nattan registrou três exemplares na faixa de areia da Praia de Pernambuco, em Guarujá.

Segundo o biólogo marinho Eric Comin, este período do ano favorece o surgimento da espécie popularmente conhecida por ter coloração azul, arroxeada ou rosada, com tentáculos que podem chegar a 50 metros de comprimento.

Comin alerta que mesmo morta, ela segue perigosa pois “Encostou vai urticar”. O contato com estes animais libera uma substância urticante que pode gerar graves reações, como: dor intensa, náuseas e vômitos, inchaço, bolhas, ardência, calafrios, e choque e paradas respiratórias em casos graves.

Para evitar acidentes, Comin sinaliza que os banhistas observem a faixa de areia antes de entrar no mar. Mesmo que estes animas estejam na areia, qualquer contato deve ser evitado.

Em caso de acidentes com as caravelas portuguesas, Comin pontua que ‘‘não se deve jogar água doce porque, por osmose, ela vai estourar essas bolsas urticantes e aí vai espalhar esse veneno”. Além disso, recomenda-se aplicar vinagre na região afetada, remover os tentáculos com pinça ou barbeador, não coçar e não colocar areia.

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