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Redução no orçamento de 2026 pode afetar assistência estudantil da UFPB

O orçamento previsto no Projeto de Lei Orçamentária Anual (PLOA) 2026 teve um corte de R$ 11.998.082, o equivalente a 7,24% do valor estimado

O orçamento previsto no Projeto de Lei Orçamentária Anual (PLOA) 2026 teve um corte de R$ 11.998.082, o equivalente a 7,24% do valor estimado
O orçamento previsto no Projeto de Lei Orçamentária Anual (PLOA) 2026 teve um corte de R$ 11.998.082, o equivalente a 7,24% do valor estimado

A Universidade Federal da Paraíba (UFPB) informou, nesta terça-feira (30), que integra a lista de instituições atingidas pelo corte de R$ 488 milhões no orçamento das universidades federais para 2026, aprovado pelo Congresso Nacional. Segundo a universidade, a redução prevista na Lei Orçamentária Anual (LOA) pode afetar a assistência estudantil.

Análise da Associação Nacional dos Dirigentes das Instituições Federais de Ensino Superior (Andifes) aponta que o corte representa redução de 7,05% nos recursos discricionários. Na UFPB, o Projeto de Lei Orçamentária Anual (PLOA) 2026 prevê corte de R$ 11.998.082, o equivalente a 7,24% do valor inicial.

Com a redução, o orçamento de 2026 pode ficar abaixo do executado em 2025. A medida afeta contratos, serviços e despesas operacionais da instituição.

A assistência estudantil também registra queda. Os recursos passaram de R$ 45.456.210 para R$ 42.131.687, redução de 7,31%. O corte acompanha a diminuição nacional de cerca de R$ 100 milhões nessa área, que financia moradia estudantil, alimentação, auxílio permanência e outras ações previstas na Lei nº 14.914/2024.

A UFPB concentra o maior número de estudantes em situação de vulnerabilidade socioeconômica do país e um elevado contingente de alunos com deficiência. A redução pode impactar indicadores como evasão, retenção e taxa de sucesso.

Em nível nacional, a Andifes informa que, sem recomposição, o orçamento das universidades federais pode cair de R$ 6,826 bilhões em 2025 para R$ 6,436 bilhões em 2026, sem considerar inflação e reajustes obrigatórios.

Na nota, a reitora da UFPB, professora Terezinha Domiciano, defendeu a recomposição dos recursos e a manutenção do diálogo com o Governo Federal para garantir o funcionamento das universidades públicas.

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