MPPB investiga legalidade de participação de vereadores presos em Santa Rita

O procedimento foi instaurado nesta quarta (7) pelo promotor responsável pela defesa do patrimônio público no município

O procedimento foi instaurado nesta quarta (7) pelo promotor responsável pela defesa do patrimônio público no município
O procedimento foi instaurado nesta quarta (7) pelo promotor responsável pela defesa do patrimônio público no município

O Ministério Público da Paraíba (MPPB) abriu inquérito civil para investigar alterações no Regimento Interno da Câmara Municipal de Santa Rita que autorizam a participação remota e o exercício de prerrogativas parlamentares por vereadores presos.

O promotor de Justiça Raniere da Silva Dantas instaurou o procedimento nesta quarta-feira (7). Ele atua na defesa do patrimônio público no município. A apuração verifica a legalidade, a constitucionalidade e a moralidade administrativa das mudanças aprovadas.

O MPPB deu prazo de 10 dias para a Presidência da Câmara informar sobre a aprovação da proposta de resolução, encaminhar cópia do texto e esclarecer se houve alteração ou revogação posterior. O órgão também solicitou as atas de votação e a lista de presença da sessão que aprovou a medida.

O Ministério Público notificou os vereadores João Alves e Alysson Gomes, autores da proposta, para que apresentem informações complementares, se desejarem.

Na portaria, o MPPB afirma que o exercício do mandato parlamentar deve ser compatível com decisões judiciais que impõem restrição de liberdade, sob risco de desvio de finalidade e afronta à função pública.

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