Casos de intoxicação alimentar aumentam no verão e exigem atenção redobrada

O calor favorece a proliferação de bactérias e vírus, principalmente quando os alimentos são mal armazenados ou manipulados de forma inadequada

Carlos Rocha
Carlos Rocha
Nascido em 1988, em Guarulhos (SP), Carlos Rocha é filho de paraibanos e vive em João Pessoa desde o início dos anos 2000. Graduado em Administração de Empresas pela Faculdade Paraibana, ingressou posteriormente no curso de Jornalismo na Universidade Federal da Paraíba (UFPB).Atua no jornalismo digital desde 2013, com passagens por importantes veículos de comunicação da Paraíba. Na TH+ SBT Tambaú, trabalhou nas áreas de Marketing, Reportagem e Produção de Conteúdo Multimídia.Sua atuação é voltada principalmente para política, cidades e temas de interesse público, sempre com foco na apuração rigorosa e na produção de conteúdo de qualidade. Além do jornalismo, é apaixonado por leitura, cinema, séries e cultura pop.

Com a chegada do verão, o aumento das temperaturas e das atividades ao ar livre traz também um alerta importante: crescem os casos de intoxicação alimentar. O tema foi abordado no programa Com Você, da TH+ SBT Tambaú.

Durante a reportagem, a repórter Liliane Raquel mostrou que o calor favorece a proliferação de bactérias e vírus, principalmente quando os alimentos são mal armazenados ou manipulados de forma inadequada, situação comum em praias, passeios e refeições fora de casa.

Principais sintomas

Os sinais mais frequentes de intoxicação alimentar incluem:

  • enjoo e mal-estar;
  • dor abdominal e cólicas;
  • diarreia aquosa;
  • febre;
  • vômitos.

Em alguns casos, os sintomas podem se agravar, dependendo do microrganismo envolvido e das condições de saúde da pessoa afetada.

Alimentos que oferecem maior risco

Segundo especialistas ouvidos na reportagem, alguns alimentos exigem cuidado especial no verão:

  • leite e derivados;
  • saladas com maionese;
  • alimentos com creme de leite;
  • carnes mal cozidas;
  • peixes e frutos do mar crus ou mal conservados;
  • alimentos expostos por muito tempo ao calor ou à alta rotatividade sem controle adequado.

Prevenção é o melhor caminho

Para reduzir o risco de intoxicação alimentar, as orientações são claras:

  • priorizar alimentos preparados em casa;
  • manter a comida bem refrigerada em coolers com gelo suficiente;
  • higienizar as mãos antes das refeições;
  • manter boa hidratação, especialmente em dias quentes;
  • escolher restaurantes com boas referências quando comer fora;
  • evitar alimentos de procedência duvidosa.

Além disso, o programa destacou que, em períodos de grande fluxo turístico, como ocorre em João Pessoa, as aglomerações também favorecem a transmissão de vírus, que podem causar sintomas semelhantes aos da intoxicação alimentar.

O que fazer em caso de sintomas

Ao perceber sinais de intoxicação, a recomendação é:

  • aumentar a ingestão de líquidos (água, água de coco, chás ou soro de reidratação);
  • evitar alimentos pesados;
  • procurar atendimento médico se os sintomas persistirem ou se agravarem.

A mensagem final é clara: escolher bem os alimentos e armazená-los corretamente pode fazer toda a diferença para curtir o verão com saúde e segurança.

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