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Acidente aéreo em Ubatuba completa um ano e segue sob investigação; relembre o caso

Tragédia deixou um piloto morto, passageiros feridos e levantou questionamentos sobre as condições da pista e da operação da aeronave.

Acidente aéreo em Ubatuba completa um ano e segue sob investigação; relembre o caso
Foto: Divulgação/Francisco Trevisan

O acidente aéreo ocorrido em Ubatuba, no Litoral Norte de São Paulo, completa um ano nesta sexta-feira (9), e as investigações ainda seguem em andamento.

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A tragédia envolveu um jatinho modelo Cessna Citation 525, que transportava quatro passageiros e o piloto. A aeronave não conseguiu parar na pista do aeroporto da cidade, atravessou a avenida da orla e explodiu na areia da Praia do Cruzeiro, na região centralveja o vídeo abaixo.

Vídeo: Reprodução

O piloto, Paulo Seghetto, de 55 anos, chegou a ser resgatado com vida das ferragens, mas não resistiu após sofrer uma parada cardiorrespiratória.

Foto: Reprodução

Os passageiros eram membros da família Fries, ligada ao agronegócio goiano: a empresária Mireylle Fries, o marido Bruno Almeida Souza e os dois filhos do casal, de 4 e 6 anos. Todos sobreviveram e foram transferidos para o Hospital Sírio-Libanês, em São Paulo.

Foto: Reprodução

O acidente também atingiu pessoas que estavam na orla. Uma professora, que passava pelo local, sofreu fraturas na perna após ser atingida pelas chamas da explosão.

As investigações são conduzidas pelo Centro de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos, o Cenipa. A apuração preliminar aponta que houve “excursão de pista”, que é quando o avião ultrapassa os limites da pista durante o pouso.

Segundo o Cenipa, a pista de Ubatuba tem 940 metros, enquanto o modelo da aeronave precisa de 789 metros em condições ideais. No dia do acidente, chovia e a pista estava molhada, o que pode ter dificultado a frenagem.

Ainda de acordo com os investigadores, a aeronave estava regular para uso particular, mas não tinha autorização para operar como táxi aéreo.

A TV TH+ SBT Vale procurou o Cenipe, que informou que não há prazo definido para a conclusão do relatório final, que deverá apontar as causas e responsabilidades pelo acidente.

O Portal THMais também questionou o Ministério Público do Estado de São Paulo (MP-SP) sobre o andamento do inquérito policial, mas não havia recebido retorno até a publicação da reportagem.

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