Filha confessa ter matado e ocultado o corpo da própria mãe em João Pessoa

A filha da vítima, Camila da Silva Pereira, de 32 anos, foi presa e encaminhada para a delegacia de Mamanguape

Carlos Rocha
Carlos Rocha
Nascido em 1988, em Guarulhos (SP), Carlos Rocha é filho de paraibanos e vive em João Pessoa desde o início dos anos 2000. Graduado em Administração de Empresas pela Faculdade Paraibana, ingressou posteriormente no curso de Jornalismo na Universidade Federal da Paraíba (UFPB).Atua no jornalismo digital desde 2013, com passagens por importantes veículos de comunicação da Paraíba. Na TH+ SBT Tambaú, trabalhou nas áreas de Marketing, Reportagem e Produção de Conteúdo Multimídia.Sua atuação é voltada principalmente para política, cidades e temas de interesse público, sempre com foco na apuração rigorosa e na produção de conteúdo de qualidade. Além do jornalismo, é apaixonado por leitura, cinema, séries e cultura pop.
Foto: Secom/ PB

A Polícia Civil da Paraíba investiga um crime ocorrido, nesta quinta-feira (29), no bairro Jardim Veneza, em João Pessoa, que resultou na morte de uma idosa de 67 anos. A filha da vítima, Camila da Silva Pereira, de 32 anos, foi presa suspeita de cometer o homicídio e ocultar o corpo dentro do imóvel onde ambas residiam.

Segundo as autoridades, mãe e filha haviam se mudado recentemente para o Jardim Veneza; antes, moravam no bairro de Mangabeira, na Zona Sul da capital. A vítima foi identificada como Terezinha Bernardo da Silva, de 67 anos.

Após o ocorrido, a suspeita deixou João Pessoa e seguiu para o interior do estado. A prisão foi realizada no município de Lagoa de Dentro, após troca de informações entre equipes policiais. De acordo com a Polícia Militar, Camila se apresentou espontaneamente a uma guarnição, relatou o ocorrido e recebeu voz de prisão.

O desaparecimento da idosa chamou a atenção de familiares e vizinhos, que também acionaram a polícia. Durante diligências, equipes localizaram o corpo no interior do apartamento. O local foi isolado para perícia, que deverá esclarecer a dinâmica e o período do crime.

A investigada foi encaminhada à Delegacia de Polícia Civil de Mamanguape, no Litoral Norte, onde permanece à disposição da Justiça. Ela deverá responder por homicídio qualificado e ocultação de cadáver, crimes previstos com penas elevadas no Código Penal.

A Polícia Civil informou que as investigações continuam para apurar a motivação do crime e verificar se houve participação de terceiros. Informações de familiares apontam que não havia histórico de transtornos mentais da suspeita, mas existiam conflitos familiares associados ao uso de drogas.

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