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Faculdade de Ribeirão Preto ainda precisa de voluntários para estudo sobre herpes labial

Podem participar pessoas a partir de 14 anos, com autorização e acompanhamento do responsável legal, ou maiores de 18 anos, que tenham histórico de ao menos um episódio prévio de herpes labial e apresentem sinais e sintomas da fase ativa da lesão

Os interessados devem entrar em contato com os pesquisadores assim que sentirem sinais da lesão | Foto: Freepik

A Faculdade de Odontologia de Ribeirão Preto (Forp) da USP precisa de voluntários para pesquisa que investiga a correlação entre a espessura dos lábios e a predisposição ao desenvolvimento de lesões por herpes simples tipo 1, além de avaliar a eficácia de uma pomada como intervenção terapêutica na fase inicial da infecção.

Os interessados podem entrar em contato com os pesquisadores pelos telefones WhatsApp (99) 98451-2083, com Carolina Cardoso, ou (16) 3315-4008, com Vinícius Pedrazzi. Podem participar pessoas a partir de 14 anos, com autorização e acompanhamento do responsável legal, ou maiores de 18 anos, que tenham histórico de ao menos um episódio prévio de herpes labial e que apresentem sinais e sintomas da fase ativa da lesão, entrando em contato com os pesquisadores nas primeiras 48 horas.

Não podem participar interessados que estejam utilizando analgésicos, anti-inflamatórios ou corticoides na fase prodrômica (fase inicial da infecção), que tenham alergia a componentes da pomada, que estejam na fase de crosta seca da lesão, que tenham feito uso recente de antivirais, que pretendam usar outros medicamentos para herpes durante a pesquisa ou que tenham realizado preenchimento labial nos últimos 12 meses.

A participação envolve duas consultas presenciais na Faculdade de Odontologia de Ribeirão Preto e o preenchimento de questionários on-line. Para participar, o interessado deve entrar em contato com a equipe de pesquisa para receber as orientações iniciais e, caso se enquadre nos critérios do estudo, deverá avisar os pesquisadores assim que perceber o início da lesão de herpes, ainda na fase prodrômica (ativa), para dar início ao tratamento.

Cada participante receberá gratuitamente um kit com três doses da pomada, com tratamento concluído em até 24 horas. A formulação já foi testada em pesquisas anteriores, apresentou resultados satisfatórios, tem efeito anestésico que auxilia no controle da dor, não deixa aspecto esbranquiçado e é patenteada.

O estudo é da pós-graduanda Carolina Cardoso de Araujo, com orientação do professor Vinícius Pedrazzi, no Programa de Pós-Graduação em Odontologia (Reabilitação Oral) em parceria com a Faculdade de Ciências Farmacêuticas de Ribeirão Preto.

Mais informações pelos telefones (99) 98451-2083, com Carolina Cardoso, ou (16) 3315-4008, com Vinícius Pedrazzi.

**Por Jornal da USP

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