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Carnaval 2026: Unidos da Zona Noroeste fará reflexão sobre a Abolição da Escravatura para retornar para o Grupo Especial

A Unidos da Zona Noroeste desfila neste sábado (7) com enredo sobre o racismo no Carnaval de Santos. Veja o samba-enredo e detalhes da bateria Ritmo Perfeito.

Foto: Divulgação: Unidos da Zona Noroeste - SRzd

A escola de samba Unidos da Zona Noroeste será a segunda agremiação a desfilar na Passarela do Samba Dráuzio da Cruz neste sábado (7). A agremiação do Bairro Areia Branca abordará o racismo para retornar ao grupo de elite do carnaval santista.

A ZN, que tem como carnavalesco a Comissão de Carnaval, pretende realizar uma forte crítica, de maneira a fazer os presentes refletirem, se de fato, a Abolição da Escravatura representou a liberdade do povo negro.

A escola celebrará essa festividade na avenida com 700 componentes, além de 10 alas e 1 alegoria. A bateria ‘‘Ritmo Perfeito’’ irá para a avenida sob comando do Mestre Mutchatcho e com a rainha Iris Santos.

Confira abaixo as informações gerais e o samba-enredo da escola:

Grêmio Recreativo Cultural Academia de Samba Unidos da Zona Noroeste

Endereço: Rua Professor Francisco Di Domênico s/nº – Areia Branca – Santos
Data de fundação: 14 de março de 2003. (22 anos)
Bairro: Saboó (Santos)
Cores: Verde, vermelho e branco
Símbolo: Galo
Títulos: 2x campeã do Grupo de Acesso (1983 e 2023)
1x campeã do Grupo 1 (2020)
Colocação em 2025: 6° lugar no Grupo de Acesso
Diretoria:
Presidente: João Marcos
Vice-Presidente: Diogo Silva
Samba-enredo:

Compositores: : Osvaldo da Areia, Lello Garoto, Hermes Sobral, Primo Pandeiro, Mario Negreta, Caraúba e Sandro Simões, Pablo Gonzaga

Sou neto de reis, da coroa saber
A cor resistência, nasci pra vencer
Meu canto é justiça, de luta e glória
Zona Noroeste, quilombola

Excluído… eu vim
Da margem da história esquecida
Uma liberdade vendida
Forjada pela falsa abolição
Alforria, codinome escravidão
Na fé, sem perder a esperança
Com dignidade me fiz vencedor
Tantas adversidades
Me negaram livro, ceifaram o amor
De lamento em lamento
Tronco forte, Baobá
Negritude é o meu DNA

Axé, axé… vai ter toque de Alujá
Kaò Kabecile, o Xirê vai começar

É um brado que ecoa
Um batuque a ressoar
Em teus braços o acalanto
As mães de maio a nos embalar
Melanina, pele preta do povo do cais
Salve os nossos ancestrais
Um sorriso . um abraço negro.
A arte-retinta por todas as partes
Empoderamento
Orgulho de ser favela
Ritmo perfeito, entre becos e vielas
O galo canta Academia se manifesta

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