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Homem morre asfixiado após ser contido por comerciante durante briga em Guaratinguetá

Morador que trabalhava em praça interveio para defender mulher e colega de agressões com pauladas.

Homem morre asfixiado após ser contido por comerciante durante briga em Guaratinguetá
Foto: Reprodução

Um homem de 37 anos foi preso na noite de sábado (7) suspeito de matar outro homem durante uma briga na região central de Guaratinguetá.

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O caso começou na Praça Conselheiro Rodrigues Alves, onde João Pedro Lopes Ruzene teria iniciado ataques contra uma mulher e um outro homem sem motivo aparente. De acordo com o registro policial, João usou um pedaço de pau para agredir os dois, deixando um ferimento na cabeça do homem.

O comerciante Jocelem Silva Maydana Filho, que trabalha no local, percebeu a situação e passou a perseguir o agressor até a Rua Doutor Martiniano.

No local, houve uam briga e o comerciante, com a ajuda de outra pessoa, conseguiu derrubar João Pedro. Para impedir que ele fugisse ou voltasse a atacar, o homem utilizou os pés para pressionar a região do pescoço do agressor contra o chão. A imobilização durou cerca de seis minutos, até a chegada da Polícia Militar.

Equipes de socorro foram acionadas, mas João Pedro não resistiu e morreu no local. O comerciante também apresentava ferimentos na cabeça causados pelas pauladas e precisou de atendimento médico. Ele afirmou que não teve a intenção de matar e que apenas tentava conter o homem até a chegada das autoridades, tendo inclusive ligado para o 190.

A Polícia Civil, no entanto, decidiu prender o comerciante por homicídio após analisar câmeras de monitoramento da cidade. Para a investigação, “o tempo de pressão exercido no pescoço foi considerado desproporcional, já que o homem continuou sendo apertado mesmo depois de já estar imobilizado e sem reagir”.

Apesar da prisão, o delegado solicitou que a Justiça avalie a possibilidade de o comerciante responder ao processo em liberdade. O pedido leva em conta que ele possui trabalho fixo, não tem histórico de violência e permaneceu no local para prestar esclarecimentos. As outras vítimas das agressões iniciais passaram por atendimento médico e uma delas segue em observação no hospital.

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