RÁDIO AO VIVO
Botão TV AO VIVO TV AO VIVO
Botão TV AO VIVO TV AO VIVO Ícone TV
RÁDIO AO VIVO Ícone Rádio

Filho do Popó é denunciado pelo MP-PR por aliciamento de jogadores para manipulação de resultado

O trio denunciado atuava como empresários no ramo esportivo e foram foram requeridos pela prática dos crimes de associação criminosa e corrupção em âmbito desportivo

Igor Freitas, filho de Acelino de Freitas, o ex-boxeador Popó, foi denunciado criminalmente pelo Ministério Publico do Paraná, por meio do Núcleo de Londrina do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco), a partir da Operação Derby que investiga aliciamento de atletas para manipulação de resultados.

De acordo com o MP-PR, além de Igor, mais duas pessoas sendo elas, Rodrigo Rossi e Raphael Ribeiro, foram denunciadas na operação que foi deflagrada em setembro de 2025 e inicialmente investigava aliciamento em atletas do Londrina Esporte Clube para a prática de crimes ligados à manipulação de resultados em jogos de futebol.

O trio denunciado atuava como empresários no ramo esportivo e foram foram requeridos pela prática dos crimes de associação criminosa e corrupção em âmbito desportivo.

Siga o perfil do THMais Band Litoral no Instagram

  Faça parte do canal de WhatsApp do THMais e fique bem-informado o dia todo

  Se inscreva no canal do Youtube da THMais Band Litoral e veja nossos vídeos

Igor utilizava o fato de ser filho de Popó para ganhar a confiança das vítimas, mas nenhum jogador teria aceitado a proposta. O jogador Reinaldo, do Mirassol, foi um dos aliciados.

As investigações foram iniciadas após a Delegacia de Polícia Federal de Londrina, relatar abordagens a jogadores do Londrina antes de uma partida contra o Maringá Futebol Clube, válida pelo Campeonato Brasileiro Série C de 2025. Mas há indícios de que jogadores de outras séries também foram procurados.

Os denunciados utilizavam redes sociais e aplicativo de mensagens para prometerem vantagens financeiras a atletas em troca de eventos específicos em campo, como o recebimento deliberado de cartões amarelos. A pelo menos um dos jogadores abordados foi oferecida a quantia de R$ 15 mil.

Esse tipo de crime está previsto na Lei Geral do Esporte (Lei 14.587/2023) e com penas que podem variar de dois a seis anos de reclusão, além pagamento de multa.

De acordo com o MP, além da condenação dos acusados às penas previstas na legislação, també foi requerido judicialmente a determinação do pagamento de dano moral coletivo no valor sugerido de R$ 150 mil, como forma de reparação do prejuízo causado à integridade e à incerteza do resultado esportivo.

COMPARTILHAR:

Participe do grupo e receba as principais notícias de Campinas e região na palma da sua mão.

Ao entrar você está ciente e de acordo com os termos de uso e privacidade do WhatsApp.

NOTÍCIAS RELACIONADAS