Instituto Cândida Vargas, em João Pessoa
Um lado divulgado no
final da tarde deste sábado (9) pela Gerência Executiva de Medicina
e Odontologia Legal (Gemol) do Instituto de Polícia Científica
(IPC) da Paraíba apontou que a bebê de 3 meses de vida, que morreu na manhã de hoje, foi vítima de asfixia mecânica por aspiração de leite.
A informação foi
confirmada pelo Delegado de Homicídios Paulo Josafá ao Portal T5,
que esteve em contato com a médica plantonista do Gemol durante todo
o dia. Ele ainda afirmou que a perícia não identificou nenhum sinal
de lesão externa ou interna em Jenifer Vitória de Oliveira e Silva.
Ou seja, não houve agressão por parte de sua mãe ou de terceiros.
Existia a suspeita de a mãe da criança ter causado sua morte com algum tipo de agressão, porque ela responde a um processo na Justiça por
espancamento de menor. Além disso, a mulher apresentou um
comportamento estranho ao dar entrada no Hospital Cândida vargas na
manhã de hoje com a bebê já sem vida em seus braços.
No entanto, esta
hipótese está totalmente descartada, de acordo com o Gemol, e o que
houve foi realmente asfixia mecânica após a criança aspirar leite.

