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Desempregados: Pretos e pardos ganham menos que os brancos e são maioria

Imagem ilustrativa

Imagem ilustrativa Foto: Reprodução/JCS

Trabalhadores
pretos e pardos compõem a maioria entre os desempregados,
trabalhadores domésticos e ambulantes. A classe ganha menos do que
os trabalhadores brancos no Brasil. Os dados são de uma pesquisa do
Instituto
Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), divulgada nesta
sexta-feira (17).

Com
rendimento médio de R$ 1.531, o valor equivale a pouco mais de 55%
da renda mensal de trabalhadores brancos, apontada como R$ 2.757.
Este é a terceiro maior desequilíbrio desde 2012. A taxa de desemprego é
de 9,9% para os brancos. Entre pretos e pardos, que são 54,9% da
população brasileira, é de 14,6%.

Em
2013, o rendimento de trabalhadores pretos e pardos chegou a casa dos
57,6% em comparação aos brancos representando a menor diferença.
Em 2016 este número caiu. O percentual foi de apenas 44,7%.

Eles
também são maioria entre os subutilizados. Representam
65,8% dos 26,8 milhões de brasileiros que se encontram nesta
situação. Em
contrapartida, são
minoria entre os
que se declaram empregadores, totalizando
apenas
33% da
categoria.

Nas
empresas

Apresentando
um crescimento médio do pessoal ocupado em torno de 20% ao ano, as
empresas de alto crescimento – que são aquelas que apresentam a
manutenção nas atividades significam 8% dos negócios na Paraíba.
Os dados são das Estatísticas de Empreendedorismo 2015 e foram
divulgados pelo IBGE,
também
nesta sexta-feira (17).

De
acordo com a pesquisa, as empresas ativas com mais de 10
funcionários, estavam no hall das empresas de alto crescimento em
2015. No Brasil, em 2015, mais de 3 milhões de pessoas estavam
empregadas neste tipo de empresa, com remuneração média de 2,7
salários mínimos.

A
pesquisa também apontou que 22,7 % das empresas com crescimento
contínuo estão no comércio. Em destaque os serviços de oficina de
veículos. A indústria simbolizou 18,5%, seguida de atividades
administrativas e serviços complementares, com 15 %.

Destaque
feminino

Ainda
com supremacia masculina, a ocupação e das mulheres em empresas com
menos de 10 funcionários representa 38,1 %. Os homens simbolizam
61,9% dos cargos. Nas empresas com mais de 10 funcionários as
mulheres representam 37,1%.

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