Foto: Reprodução / Internet
Pré-candidato
a presidente da República, o deputado federal Jair
Bolsonaro (PSC-RJ)
defendeu, nesta segunda-feira, os 20 policiais
militares com
participação na
morte
de 356 pessoas no Rio, conforme
revelado pelo GLOBO do domingo. Durante um evento de entrevistas
promovido pela revista “Veja”, o parlamentar chegou a dizer
que “policial que não mata não é policial”.
Bolsonaro
indicou que caso eleito nomeará o economista Paulo Guedes como
ministro da Fazenda. O deputado defendeu também a manutenção do
foro privilegiado e que proprietários rurais tenham direito de
portar fuzil para enfrentar movimento sem terra.
—
Esses
policiais têm que ser condecorados. Policial que não mata não é
policial.
Em
entrevista coletiva, o deputado disse que os policiais que participam
de auto de resistência não deveriam ser nem sequer investigados.
Indagado
sobre quem seria o seu ministro da Fazenda, em um eventual governo
seu, o deputado citou o nome do economista Paulo Guedes.
Integrante
do Instituto Millenium, Paulo Guedes tem PhD pela Universidade de
Chicago, foi um dos quatro fundadores do Banco Pactual e também do
grupo financeiro BR Investimentos.
Bolsonaro
contou ter, nas conversas com o economista, fornecido os
“ingredientes para que ele faça o bolo”. Entre esses
ingredientes estariam a manutenção do tripé macroeconômico, a
redução da dívida publica e o “equacionamento da questão dos
servidores”
—
Tivemos
duas conversas. Não existe sequer um noivado. É um namoro porque,
se houve um segundo (encontro), é que houve uma certa simpatia entre
nós.
Em
relação a outros ministério, Bolsonaro, que já afirmou que
nomeará militares para compor seu gabinete, disse que as críticas a
essa escolha são infundadas, já que durante os governos Lula e
Dilma, segundo o deputado, havia ministros “guerrilheiros
corruptos”. De acordo com Bolsonaro, seu ministro da Defesa será
um militar.
— É
inadmissível ter um ministro da Defesa civil — disse.
Com
informações de O Globo.

