Foto: Reprodução / Internet
De
acordo com a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), o
e-cigarette ou caneta vapor, como é conhecido, surgiu como uma
promessa de auxílio para quem deseja parar de fumar. O problema é
que não existem estudos que comprovam a segurança na utilização
do produto.
+ Ministério Público determina prazo para cidade paraibana realizar concurso público
“Os
e-cigarettes também não têm comprovação de que promova a
cessação de uso dos cigarros convencionais. Isso faz com que
algumas pessoas façam o uso “dual”, ou seja, usam o cigarro
eletrônico, mas não param de usar o cigarro convencional”,
informa
uma publicação no site oficial da instituição.
+ Buracos na pista causam transtornos para motoristas em João Pessoa
Segundo
a agência, os resultados preliminares de uma pesquisa realizada na
faculdade de medicina da Universidade de Nova York mostraram que o cigarro
eletrônico poderia aumentar o risco de danos ao coração, pulmões
e bexiga. Porém, os resultados não são conclusivos, já que esse
tipo de investigação pode levar alguns anos.

