CotidianoCovid-19: vacina de Oxford pode ser distribuída ainda este ano, diz grupo farmacêutico29/06/2020convexFacebookTwitterPinterestWhatsAppLinkedinEmail “Esperamos ter dados preliminares quanto a eficácia real já disponíveis em torno de outubro, novembro”, disse Bernardini. Segundo ela, apesar de os voluntários serem acompanhados por um ano, existe a possibilidade de distribuir a vacina à população antes desse período. “Vamos sim analisar, em conjunto com as entidades regulatórias mundiais, se podemos ter uma autorização de registro em caráter de exceção, um registro condicionado, para que a gente possa disponibilizar à população antes de ter uma finalização completa dos estudos”, acrescentou, destacando que os prazos podem mudar de acordo com a evolução dos estudos. Segundo ela, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) tem se mostrado disposta a colaborar. A vacina está atualmente na fase três de testes. Isso significa, de acordo a Unifesp, que a vacina se encontra entre os estágios mais avançados de desenvolvimento. O Brasil é o primeiro país fora do Reino Unido a iniciar testes com a vacina desenvolvida pela Universidade de Oxford e um dos motivos que levaram à escolha foi o fato de a pandemia estar em ascensão no país. “O Brasil é um grande foco de crescimento, de mortalidade, o que nos coloca como ambiente propício para demonstrar o potencial efeito de uma vacina. Para isso precisamos ter o vírus circulante na população e esse é o cenário que estamos vivendo”, disse Bernardini. Ela participou, hoje (29), de uma conversa, transmitida ao vivo pela internet, com o embaixador do Reino Unido no Brasil, Vijay Rangarajan. A diretora-médica da Astrazeneca também destacou que a atuação de pesquisadores brasileiros em Oxford e sua reputação foi outro fator influenciador para trazer a pesquisa para o Brasil. “Isso fortaleceu a imagem a reputação científica do Brasil, além de facilitar, trazer com agilidade o estudo em termos de execução”. Vantagens da vacina de Oxford Segundo ela, a vacina de Oxford tem vantagem sobre outras em desenvolvimento no mundo pois, além de usar uma plataforma já conhecida e testada em vírus como Mers e Ebola, funcionaria com uma dose única. “Estamos desenvolvendo uma vacina em dose única. É um diferencial. […] Outro diferencial que temos é que sabemos que potencial da geração de anticorpos é muito forte, muito positivo”. Agência BrasilCOMPARTILHAR:FacebookTwitterPinterestWhatsAppLinkedinEmail WhatsAppParticipe do grupo e receba as principais notícias de Campinas e região na palma da sua mão.ENTRE NO GRUPOAo entrar você está ciente e de acordo com os termos de uso e privacidade do WhatsApp.Artigo anteriorCom bola rolando, saiba onde assistir Getafe x Real SociedadPróximo artigoAdidas e Ford aderem boicote de publicidade nas redes sociaisNOTÍCIAS RELACIONADASMAIS DO AUTORMulher morre após ser atingida por uma van na BR-101, em CondeCaminhão tomba e causa congestionamento na Dutra, em JacareíViatura de resgate da RioSP é roubada de base na Dutra, em RoseiraMadrasta é presa por torturar enteados durante anos