Em toda e qualquer redação, se não
rolar um estresse de vez em quando ou quase todo dia, nunca será uma
redação que se preze.
No
“Jornal da Record”, o problema é a seriedade com que isso é
levado. Temperatura a mil o tempo todo, deixando sempre a maioria à
beira de um ataque de nervos.
Caso
recente de uma produtora, que de tanta pressão e de uma crise de
choro, deixou o local de trabalho, foi procurar um médico e não se
têm notícias de quando irá voltar. Se é que irá voltar.
Mesmo
não sendo um fuzuê de agora, o que se observa é que a cada dia
está ficando pior.
A última
vítima de mais um dia tenso foi a coordenadora de rede Cláudia
Marques na segunda-feira (13), caracterizando outro caso da santa
paciência bater nas alturas.
A
Record, por sua vez, diz desconhecer qualquer tipo de desavença nos
interiores do seu jornalismo na sede da Barra Funda, em São Paulo.
Mas será
que é assim mesmo? Diante de tantos casos repetidos não seria de
bom juízo examinar melhor a razão dessas inúmeras e lamentáveis
ocorrências? Segundo a maioria, ela, a razão, tem nome e sobrenome
bem conhecidos.
Por Uol

