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Vídeo: Para João Azevedo, não há possibilidade de apoiar outras candidaturas

João Azevêdo, governador da Paraíba

João Azevêdo, governador da Paraíba Foto: Reprodução / TV Tambaú

O período
pré-eleitoral está definitivamente estabelecido no estado. De modo
geral, a política paraibana passa por um processo de reformulações
e indecisões. Este período está alinhado a fase de especulações
na formação das chapas que vão concorrer ao próximo pleito. Nesta
quinta-feira (9), o atual Secretário de Recursos Hídricos do
Estado, João Azevedo, e pré-candidato ao governo em 2018 falou
sobre suas pretensões e afirmou que pretende dar continuidade ao
trabalho executado pela gestão coordenada por Ricardo Coutinho.

Questionado sobre as
motivações para candidatura no próximo ano, João associou ao
crescimento do estado mesmo em períodos de crise. “Esse projeto
que mostrou a Paraíba que é possível continuar crescendo mesmo em
um tempo de crise como esse que nós vivemos. O projeto consiste em priorizar o recebimento de benefícios gerados através dos recursos e impostos que
são cobrados evidentemente. Esse projeto foi o que me levou a colocar
o nome a disposição do partido”, disse.

Para ele, o maior
desafio de um gestor na Paraíba está na inclusão.“Qualquer
gestão passa por um desafio. E esse desafio chama-se inclusão.
Inclusão da população seja digital ou social. Fazer com que as
pessoas que estão fora do processo de contratação no mercado de
trabalho tenham as condições através da educação para disputar
esse mercado de trabalho”, informou.

Segundo o secretário
não há possibilidades de apoio em outras chapas. “Nós não somos
candidatos de nós mesmos. É preciso que haja uma estrutura para
promover o apoio. Eu não vislumbro essa possibilidade, entretanto,
se ocorresse, é claro que seria decidido conjuntamento com todo o
grupo de pessoas que compõe o partido. Acho que nas atuais decisões
colocadas em campo esse é um quadro meramente especulativo”,
alertou.

Para João Azevedo,
desistir não faz parte dos planos. “Existe uma determinação de
minha parte em busca disso. A partir do momento que eu assumi o
compromisso com o partido nós tomamos a decisão. Não há essa
alternativa de voltar atrás com o processo”, concluiu.

Nas entrelinhas, o
secretário disse que o eleitor vai buscar em 2018 um perfil de
continuidade. “Tenho a impressão
que as redes sociais fizeram com que o nível de informação da
população seja hoje completamente diferente do que era anos atrás.
A capacidade de comparação daquilo que foi feito, daquilo que é
prometido, daquilo que é falado por algumas pessoas que tiveram a
oportunidade de fazer e não fizeram vai ser muito difícil convencer
a população. Primeiro a comparação e segundo o passado de cada
candidato”, finalizou.

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