O Hospital de Trauma de João Pessoa alerta para o cuidado ao atravessar as ruas da capital. Foto: Reprodução/PMJP
O Hospital de
Emergência e Trauma Senador Humberto Lucena, em João Pessoa,
divulgou nesta quinta-feira (11) um levantamento com o número de
vítimas atendidas por atropelamento em 2017, e o resultado foi uma
surpresa negativa.
Os números
mostraram que a quantidade de pessoas atropeladas em João Pessoa e
regiões próximas aumentou em 30% no ano passado, em relação a
2016. Foram registradas 1.301 vítimas desse tipo de acidente em
2017, enquanto no ano retrasado foram atendidas 999 pelo mesmo
motivo.
O levantamento
apontou ainda que o atropelamento foi a segunda maior causa de
acidentes de trânsito na capital paraibana, sendo superado apenas
pelos acidentes com motociclistas, que lideram com folga as
estatísticas – pouco mais de 8 mil vítimas.
De acordo com os
dados observados, as faixa etárias mais vulneráveis a acidentes
desse modelo são crianças de 0 a 9 anos e idosos entre 65 e 94 anos
de idade. Além disso, foram revelados os bairros de João Pessoa com
maior ocorrência de atropelamentos: Mangabeira (72), Centro (46) e
Mandacaru (42) são os três mais recorrentes.
O Hospital de
Emergência e Trauma também deu dicas para que os pedestres sigam ao
andarem pelas ruas:
*Segurança
na travessia: Atravesse as ruas olhando para ambos os lados, respeite
os sinais de trânsito e faixas para pedestres;
*Comunicação
com os motoristas: Antes de atravessar na frente dos veículos, faça
contato visual com os motoristas para ter certeza
de que eles te viram;
*Travessia
na faixa: Utilize a faixa de pedestres sempre que disponível. Quando
não houver, procure outros locais seguros para atravessar, seja na
esquina, em passarelas ou próximo a lombadas eletrônicas;
*Pontos
cegos: Não atravesse a rua por trás de carros, ônibus, árvores ou
postes, pois a probabilidade de você não ser visto é grande;
*Na
contramão: Em estradas ou vias sem calçadas, caminhe de frente para
o tráfego (no sentido contrário aos veículos).

