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Polícia aponta sinais de luta corporal em morte de Miss Trans Maria Clara, em João Pessoa

A morte da Miss Trans Maria Clara, encontrada sem vida em sua residência no Varadouro, em João Pessoa, segue sob investigação da Polícia Civil. O caso, registrado na última segunda-feira (29), ganhou novos desdobramentos após amigas da vítima relatarem que ela havia demonstrado preocupação com a presença de um homem em sua casa dias antes do crime.

De acordo com os depoimentos, o suspeito estava há pelo menos três dias no local, consumindo drogas e causando incômodo à vítima. Maria Clara teria confidenciado às amigas que não sabia como pedir para que ele fosse embora, mas não mencionou episódios de agressão.

No dia em que o corpo foi encontrado, a polícia identificou sinais de violência e marcas que indicam possível luta corporal. O cadeado da residência estava quebrado, mas os investigadores avaliam a hipótese de que a ação pode ter ocorrido após o crime, para facilitar a saída do suspeito, e não necessariamente como forma de entrada. Uma tesoura foi recolhida no imóvel e pode ter sido usada como arma.

A Delegacia de Homicídios aguarda o resultado do laudo do Instituto de Medicina Legal (IML), que deverá indicar as causas da morte e os tipos de lesões sofridas pela vítima. O homem citado pelas testemunhas já foi identificado e é considerado peça-chave para esclarecer as circunstâncias do assassinato.

Amigos lembram Maria Clara como uma pessoa querida, envolvida em atividades culturais, como as quadrilhas juninas, e reconhecida por títulos de beleza trans. A notícia de sua morte gerou grande comoção entre a comunidade LGBTQIA+ e reforçou o pedido por justiça.

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