Hospital de Trauma de Campina Grande, no Agreste paraibano Foto: Divulgação
De
acordo com Gilney Porto, médico
e diretor técnico do Hospital de Trauma
e
Campina Grande, o quadro de saúde do menino torturado pela mãe
chamou a atenção da equipe médica responsável pelo atendimento.
Segundo ele, “trata-se de um caso único, que chama atenção a
idade. O que chama atenção é a crueldade, realmente”, afirmou.
Ainda
conforme Gilney, quando “você se posiciona naquela situação,
você sofre junto”. A criança segue hospitalizada na unidade de
saúde onde aguarda por uma cirurgia plástica para reconstituição do couro cabeludo após lesões provocadas por queimaduras. O
procedimento, entretanto, só deve acontecer após cicatrização dos
ferimentos.
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“Nesse
momento estamos dando todo esse apoio e após a alta hospitalar ele
terá acompanhamento psicológico e psiquiátrico”. O estado de
saúde é considerado estável.
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