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Acusado de matar namorada durante festa de Natal passa por júri popular em JP

Foto: Verinho Paparazzo / RTC

Acontece nesta segunda-feira (11), no I Tribunal do Juri do Fórum Criminal de João Pessoa, o julgamento do homem que confessou ter matado a namorada asfixiada em pleno dia de natal. O crime aconteceu no dia 25 de dezembro de 2018, no bairro do Róger. O julgamento começou por volta das 9h da manhã.

Na época do crime, em um vídeo divulgado à imprensa pela polícia, o jovem suspeito de matar a namorada  deu detalhes de como o crime aconteceu. Segundo o homem, Gizely Medeiros, de 24 anos, foi morta após uma briga provocada pela posse de um celular.

Fui dormir era 11 horas da noite pra evitar uma briga porque a gente tinha discutido por causa de uma ligação. Aí fui dormir, ela continuo bebendo com amigas dela e um pessoal lá. Quando foi de madrugada ela chegou – eu estava dormido – ela me acordou, foi pra cima de mim, veio querer ‘dar’ em mim, brigar. Só afastei ela de lado. Quando afastei ela, ela ficou emborcada e eu só fiz segurar o pescoço dela”, disse o suspeito que era namorado da vítima.

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A justiça manteve a prisão do suspeito na audiência de custódia e ele deu entrada no presídio do Roger no dia 26. O corpo de Gisele Medeiros foi enterrado nesta tarde. A mãe não aguentou o sofrimento e desmaiou, já o pai lamentou a segunda perda de um filho.

Muitos amigos, familiares e conhecidos compareceram ao cemitério de Cruz das Armas para dar o último adeus a Gisele a Medeiros, de 24 anos. O corpo chegou ao cemitério pouco depois das duas da tarde.

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“Após cometer o homicídio contra a Gisele, ele mesmo não exitou em furtar alguns objetos da casa dela. Segundo testemunhas que lá estavam, aa própria bolsa da Gisele e um capacete bastante caro de um colega da Gisele, que também se encontrava na confraternização, foram subtraídos. Além disso ele é réu confesso em um crime de assalto cometido há cerca de 4 meses, em uma ação que foi bastante violenta às mulheres vítimas desse crime. Então são, de começo, três crimes graves que já pesam contra ele”, disse o delegado Diego Garcia.

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Para o pai de Gisele um sentimento que se repetiu depois de quase três décadas.

“Perdi um há 26 anos, de 1 ano e 10 meses, de morte natural. Meu primeiro filho eu perdi. Então quer dizer essa é a segunda que eu perco. A dor é grande e de forma violenta é uma coisa pior ainda. A gente não quer perder por nós morte natural, imagina por uma morte violenta, não tenho nem palavras”, relatou o pai.

A poucos metros da sepultura, a mãe não suportou. Desmaiada, ela foi amparada pelos parentes. Enquanto o corpo de Gisele era enterrado, o suspeito de cometer o crime, que foi preso ontem pelo assassinato da namorada, chegava ao Fórum Criminal para audiência de Custódia. O juiz decidiu que ele deve continuar preso para responder pelo crime. Ele foi levado para o presídio do Roger.

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