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Cassação de Hidalgo por crime eleitoral durante o carnaval é arquivada por 17 votos

Crime eleitoral teria motivado a denúncia, votada durante a Sessão Ordinária desta segunda-feira (09)

Panfleto distribuído durante o carnaval | Foto: Reprodução

A suposta distribuição de materiais de caráter eleitoral durante o carnaval de 2026 resultou em um pedido de cassação contra a vereadora Duda Hidalgo (PT). Votado nesta segunda-feira (09) durante Sessão Ordinária, o documento foi arquivado por 17 votos.

O pedido, inspirado por crime eleitoral – supostamente cometido a partir da distribuição de panfletos e o uso de evento público para a promoção da pré-candidatura, foi protocolado pelo professor Ronaldo Júnior Aparecido Oliveira.

“Gostaria de dizer que essa denúncia não tinha chegado a meu conhecimento até esse momento, mas tenho certeza que todas as divulgações neste ano, no ano anterior, a gente não cometeu nenhuma irregularidade, nenhum crime eleitoral”, defendeu Hidalgo.

Votaram de forma favorável: Rodini (Novo); Gasparini (União); Sargento Lopes (PL); Daniel do Busão (PL).

Votaram de forma contrária: Perla Muller (PT); Judeti Zilli (PT); Mateus Moreno (MDB); Jean Corauci (PSD); Franco Ferro (PP); Delegado Martinez (MDB); Lincoln Fernandes (PL); Paulo Modas (PSD); Robson Vieira (MDB); Diácono Ramos (União); Igor Oliveira (MDB), além da própria Hidalgo (PT).

Os vereadores Brando Veiga (REP), Daniel Gobbi (PP), Vila Abranches (PSDB) e Rangel Scandiuzzi (PSD) haviam votado favoravelmente, porém decidiram mudar a manifestação à posição contrária ao pedido de cassação contra a vereadora petista.

Placar da votação | Foto: Reprodução

Outro lado

Confira na íntegra a posição de Duda Hidalgo (PT):

Nosso mandato sempre teve e sempre terá compromisso com a legislação eleitoral brasileira. Defendemos que toda atuação política eleitoral tem que ser balizada pelo que diz a lei.

Assim sendo, como acompanhado pelo entendimento majoritário da câmara municipal, a denúncia feita contra o nosso mandato não se apoia na legislação vigente, pelo contrário, é mais uma tentativa de perseguição contra um mandato popular, feminista e jovem, método cotidianamente usado pela extrema direita brasileira”.

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