O homem acusado de matar e enterrar a ex-companheira na zona rural de Taubaté foi condenado nesta terça-feira (10) a 43 anos e seis meses de prisão. O réu, Luiz Felipe da Silva de Moura, de 32 anos, foi considerado culpado pelos crimes de feminicídio e ocultação de cadáver.
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A vítima é Mariana da Costa Nascimento, de 28 anos. Durante o julgamento, foram ouvidas cinco testemunhas, além do interrogatório do próprio acusado. Familiares e amigos da vítima acompanharam a sessão e pediram justiça.

Segundo as investigações, a Polícia Civil concluiu que Mariana foi morta e teve o corpo enterrado em uma área da zona rural de Taubaté, em junho de 2025. O caso foi denunciado pelo Ministério Público, que apontou Luiz Felipe como responsável pelo crime.
Mariana tinha uma medida protetiva contra Luiz Felipe, que não aceitava o fim do relacionamento. Imagens de câmeras de segurança foram usadas para localizar o veículo do suspeito na região do crime.
A defesa do réu alegou que ele não teria cometido o assassinato. De acordo com o advogado, Luiz Felipe afirmou ter encontrado a ex-companheira já morta e decidiu enterrar o corpo por medo de ser acusado pelo crime.
Após a análise das provas e depoimentos, os jurados decidiram pela condenação do acusado, que recebeu a pena de 43 anos e 6 meses de reclusão.
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