Uma noite de angústia e revolta foi vivida por Elaine e Milton, pais do pequeno Arthur, de apenas 2 anos, na UPA Piracicamirim, em Piracicaba. Eles levaram o filho à unidade depois de perceberem que ele estava com 41 graus de febre.
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De acordo com a família, a criança foi classificada com pulseira amarela (que indica urgência) e aguardava atendimento há quase uma hora quando uma médica se recusou a fazer a consulta. “Ela disse que não ia atender a gente, que a gente tinha que esperar. Meu filho com 41 de febre, tremendo, e ela se negou”, contou a mãe.
Diante da demora e da recusa, o pai acionou a Polícia Militar. A ocorrência terminou com a médica sendo levada ao plantão policial. O caso foi registrado como possível omissão de socorro e resistência. A profissional prestou depoimento, assinou um termo e foi liberada.
Após a confusão, o secretário de Saúde de Piracicaba acionou outro médico para atender a criança, que finalmente recebeu os cuidados necessários.
A Polícia Civil investiga o caso e reúne provas e testemunhas para esclarecer o que aconteceu. A Prefeitura informou, por meio de nota, que abriu investigação para apurar a conduta da profissional e que o atendimento na unidade foi reorganizado.







