Trabalhadores da EBSERH na Paraíba aprovam indicativo de greve a partir desta sexta-feira (27)

A decisão, segundo representantes sindicais, ocorreu por ampla maioria.

Carlos Rocha
Carlos Rocha
Nascido em 1988, em Guarulhos (SP), Carlos Rocha é filho de paraibanos e vive em João Pessoa desde o início dos anos 2000. Graduado em Administração de Empresas pela Faculdade Paraibana, ingressou posteriormente no curso de Jornalismo na Universidade Federal da Paraíba (UFPB).Atua no jornalismo digital desde 2013, com passagens por importantes veículos de comunicação da Paraíba. Na TH+ SBT Tambaú, trabalhou nas áreas de Marketing, Reportagem e Produção de Conteúdo Multimídia.Sua atuação é voltada principalmente para política, cidades e temas de interesse público, sempre com foco na apuração rigorosa e na produção de conteúdo de qualidade. Além do jornalismo, é apaixonado por leitura, cinema, séries e cultura pop.

Os trabalhadores da Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares (EBSERH) que atuam nos hospitais universitários da Paraíba aprovaram, em assembleia realizada no último dia 23 de março, um indicativo de greve com início previsto para esta sexta-feira (27). A decisão, segundo representantes sindicais, ocorreu por ampla maioria.

O movimento envolve profissionais que atuam no Hospital Universitário Lauro Wanderley, em João Pessoa; no Hospital Universitário Alcides Carneiro (HUAC), em Campina Grande; e no Hospital Universitário Júlio Bandeira, em Cajazeiras.

De acordo com o Sindicato dos Trabalhadores da EBSERH na Paraíba (Sindserh-PB) e a Federação Nacional dos Empregados Públicos de Serviços Hospitalares (FenepsERH), a mobilização é motivada pela falta de avanços nas negociações com a empresa.

Entre as principais reivindicações da categoria estão o cumprimento de acordos coletivos, a inclusão da federação nas mesas de negociação, além de melhorias nas condições de trabalho. Os trabalhadores também apontam falta de diálogo e denunciam situações de assédio moral no ambiente profissional.

Apesar da aprovação do indicativo, a deflagração da greve ainda depende do resultado de uma reunião marcada para esta quarta-feira (25), às 16h, no Tribunal Superior do Trabalho (TST). A categoria afirma que segue aberta à negociação.

Caso o movimento seja confirmado, os representantes sindicais informaram que serão divulgadas orientações à população sobre o funcionamento dos serviços hospitalares durante a paralisação.

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