Operação mira esquema de fraudes em precatórios que gerou prejuízo de R$ 200 mil

A ação, coordenada pela Polícia Civil de Auriflama, teve como objetivo desarticular um esquema de estelionato focado no levantamento fraudulento de precatórios judiciais

Caso foi para a Central da Polícia Judiciária (CPJ) de Araçatuba | Foto: Reprodução

A Polícia Civil de Auriflama (SP), sob a coordenação da delegada Caroline Baltes, deflagrou nesta quarta-feira (8) a “Operação Dupla Identidade”. A ação teve como objetivo desarticular um esquema de estelionato focado no levantamento fraudulento de precatórios judiciais, que resultou em um prejuízo estimado em mais de R$ 200 mil.

A operação cumpriu mandados de busca, apreensão e prisão preventiva expedidos pela 2ª Vara Regional das Garantias. A investigação, que tramita sob sigilo judicial, apura a atuação coordenada de dois suspeitos em crimes de estelionato, cometidos mediante o uso de documentação falsa.

Suspeita detida no Bairro Santana

As equipes da Polícia Civil se dividiram para cumprir diligências em quatro endereços distintos. Durante a ação, os agentes localizaram e prenderam preventivamente uma das investigadas em uma residência no bairro Santana, na cidade de Araçatuba (SP).

No mesmo endereço, amparados por um mandado de busca e apreensão que incluía autorização judicial para acesso e extração de dados de aparelhos eletrônicos, os policiais realizaram buscas minuciosas.

Foram apreendidos materiais considerados de interesse para o avanço das investigações: um aparelho celular (marca Xiaomi); 12 cartões bancários; diversos canhotos de cheques e documentos.

A suspeita detida foi conduzida à Central de Polícia Judiciária (CPJ) de Araçatuba, onde a prisão e a apreensão dos objetos foram formalmente ratificadas pela autoridade de plantão. Ela permanece recolhida provisoriamente, à disposição da Justiça.

Análise de dados telemáticos

Os itens apreendidos durante a operação foram encaminhados à Delegacia de Polícia de Auriflama. O material subsidiará a continuidade das investigações, que agora avançam para a fase de análise dos dados telemáticos autorizada pela Justiça, com o objetivo de mapear a extensão das fraudes e identificar eventuais outros envolvidos no esquema.

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