A greve dos trabalhadores da Urbanizadora Municipal (Urbam) entrou no segundo dia nesta terça-feira (14) em São José dos Campos, mantendo impactos em serviços públicos essenciais.
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Segundo o sindicato, cerca de 2 mil funcionários aderiram ao movimento, o que resultou na interrupção da coleta de lixo reciclável e reflexos em obras como intervenções no Ambulatório Médico de Especialidades (AME) e no Mercado Municipal.
Entre as principais reivindicações estão o reajuste do vale-alimentação — atualmente em R$ 27,70, abaixo da inflação —, pagamento da progressão salarial de 2,75% com valores retroativos desde 2017, retomada da participação nos lucros e resultados (PLR), suspensa desde o mesmo ano, e melhorias no convênio médico.
Os trabalhadores também cobram a implantação de adicional de insalubridade em setores específicos e denunciam pressão e condições inadequadas de trabalho. Ainda de acordo com o sindicato, não há previsão para o fim da greve.
Em nota, a Urbam afirmou que repudia a paralisação, destacando que o movimento compromete serviços essenciais. A empresa informou ainda que adotou um plano de contingência, mas não detalhou negociações em andamento.
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