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Caso Felipe: Polícia prende quatro pessoas, incluindo empresários do ramo de veículos

A Polícia Civil prendeu nesta quarta-feira, 15, três empresários suspeitos de envolvimento na morte de Felipe Figueiredo dos Santos, de 31 anos, encontrado carbonizado em Monte Mor no dia 27 de março. Foram presos Allan Bonzanini, Edgar Chediac e Daniel Costa Silva. Um quarto homem foi detido por porte ilegal de arma

Caso Felipe: Polícia prende quatro pessoas, incluindo empresários do ramo de veículos

A Polícia Civil deflagrou na madrugada desta quarta-feira, 15 de abril, a Operação Sentinela, um novo desdobramento das investigações sobre a morte do empresário Felipe Figueiredo dos Santos, de 31 anos, encontrado carbonizado em Monte Mor no dia 27 de março. Três pessoas foram presas temporariamente e uma quarta foi detida em flagrante por porte ilegal de arma de fogo.

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Os presos são empresários ligados ao ramo de veículos e, segundo a polícia, todos conheciam a vítima. Foram identificados como:

  • Allan Bonzanini
  • Edgar Chediac
  • Daniel Costa Silva

Um quarto homem foi preso em flagrante durante o cumprimento dos mandados, também por envolvimento no caso.

A operação cumpriu seis mandados de busca e apreensão e três de prisão temporária, com apoio da DIG e DISE de Americana e das delegacias de Hortolândia, Sumaré, Nova Odessa e Santa Bárbara d’Oeste. Foram apreendidos celulares, dispositivos eletrônicos e veículos que possam estar ligados ao crime.

O delegado Fernando Bueno de Castro afirmou que as investigações seguem sob sigilo e que ainda há muitos pontos a serem esclarecidos, como a participação de cada preso na morte, como Felipe foi atraído e qual a motivação do crime.

Felipe desapareceu no dia 26 de março. Imagens de câmeras de segurança mostraram ele entrando em um carro de aplicativo. Um dia depois, o corpo foi encontrado carbonizado, enrolado em um lençol e com os pés amarrados, em uma estrada rural entre Monte Mor e Capivari. Segundo o laudo do IML, Felipe estava vivo no momento em que o fogo foi ateado.

A esposa da vítima, a influenciadora digital Jheniffer Julian, chegou a ser acusada nas redes sociais, mas negou envolvimento. A polícia segue investigando. As investigações continuam.

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