Bruno Eustáquio Vieira, acusado de matar a mãe para ficar com a herança, foi condenado a 27 anos de reclusão e a seis meses de detenção em regime fechado. O Tribunal do Júri começou na manhã de quinta-feira (16) e terminou por volta das 23h30.
O réu foi denunciado por homicídio qualificado e fraude processual, pelo fato de ter ocultado as imagens das câmeras de monitoramento, que na época do crime foram encontradas dentro do forno.
O júri foi presidido pela juíza Karine Pizzani Miranda. A tese sustentada pelo promotor Rui Fellipe Nicolai Xavier Silva Buchmann, foi acolhida pelos jurados conforme a qual o homicídio foi qualificado pelo motivo torpe, pela asfixia, pelo emprego de recurso que impossibilitou a defesa da vítima e pelo feminicídio.
Relembre o caso
A mãe de Bruno, Márcia Lanzane, foi morta em 21 de dezembro de 2020, na casa onde a família morava. O acusado foi preso em 8 de julho de 2025, após passar três anos foragido.
Na época do crime, imagens das câmeras de monitoramento que mostravam a luta corporal entre mãe e filho foram encontradas dentro do forno da casa. Bruno deu soco e apertou o pescoço de Márcia.
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O réu foi acusado de homicídio qualificado pelo motivo torpe, asfixia, emprego de recurso que impossibilitou a defesa da vítima e feminicídio.
Inicialmente a morte de Márcia foi registrada como “morte a esclarecer”, mas o filho passou a ser suspeito após a necropsia revelar que sua mãe morreu vítima de asfixia mecânica mediante esganadura, sofrendo fratura do osso hioide.
Bruno foi encontrado pela Polícia após incecssantes as irmãs da vítima e tias dele iniciarem buscas pelo país.



