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Padrasto é preso suspeito de abusar da enteada de 3 anos

Professoras da creche percebram marcas pelo corpo da criança e acionaram a polícia. O homem é reincidente no crime de estupro de vulnerável.

Reprodução: TH+ Record

O padrasto é suspeito de abusar da enteada, uma criança de três anos, com a possível conivência da mãe. Professoras da creche perceberam sinais de agressão no corpo da criança e acionaram as autoridades. Durante as investigações, os agentes descobriram que o homem era reincidente no crime e já era procurado por estupro de vulnerável, condenado a 19 anos de prisão. O caso ocorreu em Sumaré.

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A ocorrência começa na creche onde a criança estuda. As monitoras repararam nas marcas de agressão pelo corpo da menina e foram até a delegacia denunciar o caso. As autoridades solicitaram exames de corpo delíto que confirmaram as agressões e o abuso.

Em investigações, os policiais constataram que o padrasto era reincidente no crime e estava procurado pela justiça condenado a 19 anos de prisão por estupro de vulnerável contra uma sobrinha de 12 anos na época.

Os agentes prontamente compareceram a residência dos suspeitos e encaminharam padrasto e a mãe da menina para a delegacia, onde receberam voz de prisão. Os policiais relataram que precisaram usar uma força moderada para conter o padrasto, que tentou fugir do imóvel durante a abordagem. Na casa, moram os filhos da mulher e alguns dos filhos do homem.

O Conselho Tutelar esteve presente na delegacia e relatou que a mãe da criança tentou doar seu outro filho com poucos meses de vida, e que por esse motivo a família já estava sendo acompanhada. O órgão também relatou que recebeu a denúncia da creche sobre os abusos do padrasto e a conivência da mãe.

A menina e o irmão de um ano estão sob os cuidados de um tio materno e uma prima, que é advogada.

O crime foi registrado como estupro de vulnerável, lesão corporal, violência doméstica, e maus-tratos. Pela gravidade dos crimes, o padrasto não pode pagar fiança para ser liberado. A mãe está sob investigação para saber até onde ela sabia do crime cometido e seria conivente.

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