O Governo do Estado de São Paulo foi condenado pelo Tribunal de Justiça (TJ-SP) a indenizar uma família em R$ 100 mil pelo desaparecimento do corpo de um marinheiro que morreu afogado em 2020. Devido ao sumiço do corpo do Instituto Médico Legal, não foi possível a realização de sepultamento da vítima.
O corpo de Alexandro dos Santos, de 40 anos, estava no Instituto Médico-Legal (IML) de Praia Grande para passar por exames na época, mas desapareceu.
O homem morreu após desaparecer no mar enquanto praticava stand up, na cidade do Guarujá, em 2020. Uma semana depois do caso, o corpo foi encontrado na cidade de Itanhaém.
O cadáver foi reconhecido pelas roupas, mas foi solicitado a família que o corpo fosse enviado ao IML para passar por exames.
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Com o desaparecimento, a família entrou na Justiça contra o Estado por danos morais pela falha na prestação do serviço.
Segundo apuração do TH+ portal, a Justiça de Praia Grande já tinha condenado o Estado em agosto de 2025.
Na época o Estado argumentou que o sumiço aconteceu durante a transferência do corpo para um contêiner refrigerado e que não há culpa dos servidores do IML na ação. Também foi solicitado a redução dos valores de dano moral de R$ 50 mil para R$ 20 mil.


