Thiago Arruda Campos Rosas, o bancário acusado de atropelar e matar o cantor de pagode Adalto Mello, em dezembro de 2024, ao dirigir embriagado em São Vicente, vai a júri popular. A data do julgamento ainda não foi definida.
O acusado está em liberdade desde maio de 2025 após uma decisão do Supremo Tribunal Federal que substituiu a prisão preventiva por medidas cautelares.
Na decisão de realização do júri, o magistrado afirmou que há indícios suficientes de autoria e que o réu escolheu um caminho potencialmente perigoso, velocidade imcompatível, além de consumo de bebida alcoólica no dia do crime.
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Relembre o acidente
Adalto Melo, de 39 anos, músico conhecido na Baixada Santista, morreu enquanto dirigia uma motocicleta na Avenida Tupiniquins, em São Vicente. Um carro, em alta velocidade, perdeu o controle durante uma ultrapassagem, e acabou atingindo a vítima, que não resistiu. O motorista, Thiago Arruda, de 32 anos, estava embriagado e foi preso.
O Corpo de Bombeiros compareceu ao local para atender a ocorrência, e encontraram a vítima já sendo atendida pelo Samu (Serviço de Atendimento Móvel de Urgência), cujos profissionais estavam realizando as manobras de ressuscitação, que não obtiveram êxito.
Thiago trafegava em velocidade incompatível com a da via, cujo limite máximo era de 50 km/h. A Polícia Militar realizou teste de bafômetro no condutor do carro que resultou em 1540% acima do limite permitido, ou seja, 15 vezes acima do limite legal, que é de 0.05% mg/l. O resultado ficou em 0,82 mg/l.


