O navio oceanográfico Prof. W. Besnard passou por um teste de reflutuação nesta quarta-feira (3), a informação foi confirmada pela Autoridade Portuária de Santos. De acordo com a APS, a atividade representa mais uma etapa dentro de um processo de “elevada complexidade técnica”.
A embarcação afundou no dia 13 de março no Parque Valongo, em Santos, ficando com uma parte submersa e apoiada no fundo do estuário. Ninguém ficou ferido na ocasião.
Após o incidente, a APS informou isolou a área em terra e instalou barreiras de contenção no mar como medida preventiva, para evitar possível vazamento de óleo no estuário. A Capitania dos Portos de São Paulo também foi comunicada sobre a ocorrência.
Na época do incidente, a Marinha do Brasil, por meio da Capitania dos Portos de São Paulo (CPSP), informou que enviou dois peritos militares ao local, por terra e pela água, para avaliar a situação. A corporação confirmou que o navio permaneceu amarrado ao cais e assentado no leito do estuário.
Para voltar a superfície, a embarcação passará por uma reflutuação e, por isso, primeiramente passará por testes como o realizado nesta semana.
De acordo com a APS, o objetivo do teste desta quarta-feira (3) foi avaliar a resposta estrutural da embarcação aos esforços controlados aplicados em conjunto com os sistemas de apoio mobilizados para a operação. Os testes permitiram verificar o comportamento do casco, entre outras coisas.
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“Os resultados obtidos serão avaliados pelas equipes de salvamento, engenharia naval, mergulho profissional e operação marítima, que irão consolidar as informações coletadas e definir os próximos passos da operação. Por enquanto, o navio segue em posição de reflutuação, e as novas etapas dependerão também das melhores condições de tempo e maré”, finalizou a APS em nota enviada à reportagem.


