Vigilante é preso com arma de numeração raspada e maconha em São José

Suspeito permaneceu preso e foi Encaminhado para audiência de custódia. A arma e as munições serão submetidas à perícia do Instituto de Criminalística.

Vitor Hugo Fróes
Vitor Hugo Fróes
Jornalista e publicitário formado pela Universidade do Vale do Paraíba, com trajetória construída em rádio, TV e portais de notícias da região. Ao longo da carreira, atuou como repórter, produtor de telejornais e editor web, além de acumular experiências em assessoria de imprensa e marketing digital. Fora das redações, é praticante de artes marciais, apaixonado por viagens e fã de video games.
Foto: Reprodução

Um homem de 26 anos foi preso em flagrante na madrugada desta terça-feira (16) por porte ilegal de arma de fogo com numeração suprimida, no bairro Campo dos Alemães, em São José dos Campos. A prisão ocorreu durante uma abordagem da Polícia Militar.

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Segundo o boletim de ocorrência, policiais faziam patrulhamento pela Rua Abrahão Coelho Cruz quando avistaram dois homens em um local considerado ermo. A dupla estava consumindo uma pizza e apresentava indícios de uso de maconha, o que motivou a abordagem.

Durante a fiscalização, os policiais encontraram um Citroën C3 estacionado próximo aos suspeitos. Após divergências sobre a propriedade do veículo, os agentes realizaram uma vistoria e localizaram a carteira de habilitação de Giovani Nascimento dos Reis, de 26 anos, que admitiu estar com o automóvel.

No interior do carro, os policiais encontraram um revólver calibre 38 da marca Taurus com a numeração raspada, além de cinco munições — três intactas e duas picotadas. Também foram apreendidos uma porção de maconha, R$ 72 em dinheiro e um telefone celular.

De acordo com a Polícia Civil, Giovani confessou informalmente ser o proprietário da arma e da droga. Ele afirmou trabalhar como vigilante e disse que a maconha seria para consumo próprio. No entanto, durante o interrogatório formal, exerceu o direito de permanecer em silêncio.

A autoridade policial ratificou a prisão em flagrante pelo crime de porte ilegal de arma de fogo com identificação suprimida, previsto no Estatuto do Desarmamento. Já a apreensão da pequena quantidade de maconha foi registrada como ilícito extrapenal, conforme entendimento do Supremo Tribunal Federal para porte destinado ao consumo pessoal.

O suspeito permaneceu preso e foi encaminhado para audiência de custódia. A arma e as munições serão submetidas à perícia do Instituto de Criminalística.

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