A Secretaria de Saúde divulgou nesta quinta-feira, 8 de julho, o 28º Alerta Arboviroses Campinas em 2026. O documento informa que 35 bairros estão com alto risco de transmissão da doença.
As áreas com alto risco de transmissão são:
- Leste: Centro, Cambuí, Jardim Conceição, Parque Brasília, Jardim Boa Esperança;
- Noroeste: Cidade Satélite Íris I, Jardim São Judas Tadeu, Residencial São Luís, Jardim Campina Grande;
- Norte: Jardim São Marcos, Jardim Campineiro, Vila Esperança, Jardim Santa Mônica, Parque Santa Bárbara, Parque Fazendinha, Parque São Jorge, Parque Residencial Shalon, Vila Lunardi;
- Sudoeste: Jardim Melina, DIC VI, Jardim Rosalina, Jardim Yeda, Vila Palácios, Parque Residencial Vila União;
- Sul: Jardim Fernanda I e II, Jardim Columbia, Jardim Puccamp, Vila Rica, Vila Pompéia;
- Suleste: Jardim Paranapanema, Jardim São Fernando, Jardim Proença, Jardim Baroneza, Jardim Guarani.
Objetivo
O objetivo do alerta é estimular a população a intensificar a verificação de criadouros em casa, orientar sobre o combate ao mosquito Aedes aegypti, vetor da doença, e reforçar a comunicação com moradores das áreas que passam a receber ações intensificadas para eliminar criadouros. As orientações valem para toda cidade, incluindo bairros listados na semana anterior e que não aparecem nesta edição.
A Saúde considera uma série de indicadores para elaborar o material, entre eles, incidência de casos, eventual registro de nova transmissão, necessidade de reforçar trabalhos por causa de imóveis sem acesso, densidade populacional, e a comunicação sobre ações dos agentes. O alerta também se aplica aos bairros menores que estão no entorno das regiões indicadas no material.
Casos
Entre 1º de janeiro e 30 de junho deste ano foram confirmados 3.305 casos de dengue em Campinas.
Entre o primeiro dia de 2026 e 30 de junho foram realizadas 820.643 visitas a imóveis para controle de criadouros e ações educativas e 53.382 para nebulização costal.
Controle
A luta contra as arboviroses exige uma contrapartida de toda a sociedade. A Prefeitura mantém um programa de controle e prevenção da doença. Mas cada cidadão precisa fazer a sua parte, destinando corretamente os resíduos e evitando criadouros. Levantamento da Secretaria de Estado de Saúde aponta que 80% dos criadouros estão dentro de casa.
Para acabar com a proliferação do mosquito é preciso evitar acúmulo de água em latas, pneus e outros objetos. Os vasos de plantas devem ter a água trocada a cada dois dias e o pratinho deve ser retirado, ou limpo com bucha, água e sabão a cada 7 dias. É importante, também, vedar a caixa d’água. Os vasos sanitários que não estão sendo usados devem ficar fechados.
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