Saiba quem é vice-presidente de ONG animal morta em apartamento no Cambuí

Maria Aparecida Martinelli Cezar tinha 57 anos e era vice-presidente de uma ONG de proteção animal. A polícia segue investigando o caso.

Giovanna Laranjo
Giovanna Laranjo
Formada em Jornalismo pela PUC-Campinas, atua na produção de conteúdo para mídias digitais, com experiência em televisão e apresentação. Voluntária na Copa do Mundo FIFA Qatar 2022, apaixonada por esportes, música e literatura.
Reprodução

Maria Aparecida Martinelli Cezar, de 57 anos, foi morta esfaqueada, na tarde de quinta-feira (9), em seu apartamento Rua Padre Vieirano no Cambuí, em Campinas.

A vítima era vice-presidente da ONG de proteção animal Anjos de Patas, na cidade de Americana.

Através das redes sociais a ONG fez uma postagem em homenagem a Cida, como era conhecida pelos amigos e colegas.

Na publicação a organização lamenta a perda da vítima e pede justiça pela morte da vice-presidente.

“Nossa companheira de luta, uma grande protetora dos animais e uma guerreira que dedicou parte de sua vida a dar voz e amor àqueles que não podiam se defender”, diz a publicação.

Nos comentários amigos e populares que acompanham o trabalho do grupo também expressarão seu luto.

Ainda através do perfil da ONG, uma das organizadoras do projeto afirma que o suspeito de matar Aparecida responderá em liberdade.

Sobre o caso:

Uma mulher foi morta dentro do apartamento onde morava, no bairro do Cambuí, em Campinas, na tarde de quinta-feira (9).

O suspeito do crime se apresentou no 1º Distrito Policial e confessou o homicídio.

De acordo com a versão do homem à polícia, os dois estavam dentro do apartamento da vítima quando começaram a discutir.

Ainda segundo o suspeito, a briga teria sido motivada por uma dívida e a vítima teria pego uma faca e partido para cima dele.

No depoimento, o homem afirma que para se defender conseguiu pegar a arma e golpeou a vítima. A polícia ainda investiga essa versão.

Vizinhos e testemunhas informaram que gritos vindos do apartamento podiam ser ouvidos à distância.

Maria Aparecida, era vice-presidente de uma ONG de proteção animal.

Segundo uma amiga de Aparecida, Yoshie Kunieri, que estava em uma praça em frente ao prédio da vítima quando soube do crime, Cida, como era conhecida a vítima, era uma mulher tranquila, sem desentendimentos e muito conhecida pelo carinho e cuidado com os animais.

Dona Yoshie teria tentado contato com a vítima quando viu as viaturas no local, ainda sem saber que amiga tinha morrido.

Maria Aparecida morreu ainda dentro do apartamento. O corpo foi retirado pela equipe da SETEC.

O caso foi registrado como homicídio e será investigado pela Polícia Civil.

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