A Vigilância Sanitária interditou um equipamento da Central de Material e Esterilização (CME) da Unidade Pediátrica Mário Gattinho, em Campinas, após uma análise apontar que a água utilizada no processo estava fora dos padrões microbiológicos exigidos.
Segundo a Rede Mário Gatti, a interdição não provocou impacto nos atendimentos ou nos procedimentos realizados na unidade. Desde a emissão do laudo da Vigilância Sanitária, em 1º de julho, todo o material da unidade pediátrica passou a ser processado na Central de Material e Esterilização do Hospital Municipal Dr. Mário Gatti.
De acordo com a Vigilância Sanitária, não foram registrados casos de infecção ou eventos adversos relacionados à situação.
Ainda conforme a Rede Mário Gatti, as bactérias heterotróficas identificadas na análise estão presentes em diversos ambientes, inclusive na água, e as inspeções sanitárias são realizadas de forma rotineira para verificar se a concentração desses microrganismos está dentro dos parâmetros estabelecidos.
A instituição informou que cumpriu todas as determinações da Vigilância Sanitária e apresentou um plano de contingência, com as medidas imediatas adotadas e as ações corretivas previstas, que foi aceito pelo órgão. Não haverá aplicação de multa.
O equipamento permanecerá sem uso até a conclusão da manutenção e a realização de novos testes que comprovem a regularidade da água utilizada no processo de esterilização.
A previsão da Rede Mário Gatti é de que os reparos sejam concluídos em cerca de 20 dias. Até lá, a Central de Material e Esterilização do Hospital Municipal Dr. Mário Gatti continuará absorvendo toda a demanda da unidade pediátrica, sem prejuízo à assistência prestada à população.
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