Nos últimos dias, diversos relatos de moradores da Baixada Santista que viram situações de banhistas serem queimados por águas-vivas ou que foram queimados apareceran nas redes sociais.
Devido ao aumento dos casos, o Grupamento de Bombeiros Marítimo (GBMar) emitiu um alerta informando que é comum pricipalmente no inverno uma presença maior de de águas-vivas e outros organismos gelatinosos no litoral paulista.
“Esse fenômeno está relacionado principalmente às mudanças nas condições oceanográficas típicas da estação, como a passagem frequente de frentes frias, alterações nos ventos, correntes marítimas e ressacas, fatores que podem transportar esses animais das áreas mais afastadas do oceano para regiões próximas à costa”, afirmou o GBMar.
De acordo com a equipe, a entrada de águas mais frias provenientes do sul e a dinâmica natural dos ecossistemas marinhos também contribuem para sua maior ocorrência nesse período.
Os bombeiros recomendam que a população evite o contato com águas-vivas, mesmo quando aparentarem estar mortas na faixa de areia, pois seus tentáculos podem manter a capacidade de causar queimaduras e irritações na pele.
O GBMar também esclareceu que ainda que não realiza as estatísticas de ocorrências envolvendo águas-vivas e, por isso, não dispõe de dados consolidados sobre o número de atendimentos relacionados a esse tipo de incidente na região.
Em caso de contato com águas-vivas e surgimento de sintomas como dor, ardência ou irritação na pele, a orientação é procurar atendimento junto aos postos de guarda-vidas ou serviços de saúde para avaliação e adoção das medidas adequadas.
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