Cidades do Vale do Paraíba registraram índices críticos de umidade relativa do ar no domingo (2), de acordo com dados do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet). O menor percentual foi registrado em Cachoeira Paulista, onde a umidade caiu para 18%, nível considerado de alerta pela Organização Mundial da Saúde (OMS) e que exige cuidados redobrados com a saúde.
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Além de Cachoeira Paulista, Taubaté registrou 25% de umidade, São Luiz do Paraitinga 26% e Bragança Paulista 28,2%, todos em estado de atenção. Em São José dos Campos, a estação meteorológica do aeroporto apontou 32%, enquanto Campos do Jordão teve o maior índice da região, com 43%.
Segundo a OMS, a umidade ideal do ar varia entre 60% e 80%. Quando os índices ficam entre 21% e 30%, o cenário já é considerado de atenção. Abaixo de 20%, como ocorreu em Cachoeira Paulista, aumenta o risco de problemas respiratórios, irritação nos olhos, ressecamento da pele e desconforto provocado pelo tempo seco.
As condições climáticas também mantêm elevado o risco de incêndios em vegetação no Vale do Paraíba. A combinação de baixa umidade, temperaturas mais altas e ausência de chuvas favorece o surgimento e a rápida propagação de queimadas, principalmente em áreas rurais e de mata. De acordo com os órgãos de monitoramento, o alerta deve permanecer em vigor até o fim desta semana.
As recomendações são reforçar a hidratação, evitar atividades físicas nos horários mais quentes do dia, manter ambientes ventilados e utilizar umidificadores ou recipientes com água para aumentar a umidade dos cômodos. Também é orientado não realizar queimadas, não queimar lixo e não soltar balões. Em casos de incêndio ou outras emergências, a Defesa Civil pode ser acionada pelo telefone 199.
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