Caso Berenice: Namorado da patroa é preso por suspeita de envolvimento na morte da cozinheira em Ubatuba

Preso é um policial militar aposentado, de 55 anos, namorado da dona do restaurante onde a vítima trabalhava, que já estava presa temporariamente por suspeita de participação no crime.

Vitor Hugo Fróes
Vitor Hugo Fróes
Jornalista e publicitário formado pela Universidade do Vale do Paraíba, com trajetória construída em rádio, TV e portais de notícias da região. Ao longo da carreira, atuou como repórter, produtor de telejornais e editor web, além de acumular experiências em assessoria de imprensa e marketing digital. Fora das redações, é praticante de artes marciais, apaixonado por viagens e fã de video games.
Foto: Reprodução

A Polícia Civil prendeu, na manhã desta terça-feira (4), o segundo suspeito de envolvimento na morte da cozinheira Berenice Ramos de Aguiar Faria, de 60 anos, desaparecida desde o dia 30 de junho, em Ubatuba. O preso é um policial militar aposentado, de 55 anos, namorado da dona do restaurante onde a vítima trabalhava, que já estava presa temporariamente por suspeita de participação no crime.

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De acordo com apuração de Rauston Naves, da TV TH+ SBT Vale, o homem foi localizado na região do Estaleiro, em Ubatuba, durante uma ação da Polícia Civil, e encaminhado ao Presídio Militar Romão Gomes, na capital paulista, onde deve passar por audiência de custódia.

O caso ganhou novos desdobramentos após a localização de um corpo na região da Serra da Água, em Angra dos Reis (RJ). A identidade da vítima foi confirmada pelo filho de Berenice, encerrando mais de duas semanas de buscas. O corpo havia sido encontrado em avançado estado de decomposição.

Foto: Reprodução

Berenice desapareceu após sair do restaurante onde trabalhava, no bairro Ubatumirim. Segundo a investigação, ela deixou o local em uma carona com a patroa, que afirmou tê-la deixado no trevo da Rodovia Rio-Santos. A cozinheira não foi mais vista.

Durante a operação “Último Rastro”, a Polícia Civil prendeu a empresária e apreendeu veículos, celulares e armas de fogo. A investigação também apontou contradições nos depoimentos da suspeita e identificou vestígios de sangue na caminhonete utilizada por ela.

Foto: Reprodução

O caso é investigado como homicídio. A Polícia Civil apura a participação dos dois presos na morte da cozinheira e trabalha para esclarecer a dinâmica do crime.

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