Mais conhecida pelos apelidos “Japa”, “Japa do Crime” ou “Japa do PCC’, a mulher foi presa em 2024, por lavagem de dinheiro do tráfico de drogas na Baixada Santista.
Viúva do ‘Cabelo Duro’, um dos antigos chefes da facção Primeiro Comando da Capital (PCC), a suspeita possuía mais de R$ 1 milhão e US$ 50 mil, e ficou em prisão domiciliar no bairro Tatuapé, em São Paulo, utilizando uma tornozeleira eletrônica.
No entanto, a mulher havia solicitado ao órgão a revogação do uso do equipamento, alegando que o procedimento se transformou em um “instrumento de punição e tortura psicológica”. A medida foi autorizada pela Justiça, com a obrigação de comparecimento mensal para a verificação de atividades. Além disso, a entidade já havia concedido a aprovação para que a suspeita tivesse a possibilidade de passar as festas de Natal e Ano Novo junto de sua família.
Mesmo com a decisão oficial, Japa está, ainda assim, fazendo uso do aparelho. A providência teve continuidade após a suspeita ter entregado um passaporte com validade até 2008, vencido por 18 anos. O documento está, atualmente, apreendido.
O portal TH+ tentou entrar em contato com a Secretaria de Segurança Pública do Estado de São Paulo (SSP-SP) para mais informações sobre o caso; porém, ainda não obteve resposta.
(Matéria em atualização)
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