Dia D terá coleta de DNA de familiares de pessoas desaparecidas em cinco cidades da Paraíba

A ação busca ampliar o banco de perfis genéticos e facilitar o cruzamento de informações que podem ajudar na localização e identificação de pessoas desaparecidas.

Carlos Rocha
Carlos Rocha
Nascido em 1988, em Guarulhos (SP), Carlos Rocha é filho de paraibanos e vive em João Pessoa desde o início dos anos 2000. Graduado em Administração de Empresas pela Faculdade Paraibana, ingressou posteriormente no curso de Jornalismo na Universidade Federal da Paraíba (UFPB).Atua no jornalismo digital desde 2013, com passagens por importantes veículos de comunicação da Paraíba. Na TH+ SBT Tambaú, trabalhou nas áreas de Marketing, Reportagem e Produção de Conteúdo Multimídia.Sua atuação é voltada principalmente para política, cidades e temas de interesse público, sempre com foco na apuração rigorosa e na produção de conteúdo de qualidade. Além do jornalismo, é apaixonado por leitura, cinema, séries e cultura pop.
Coleta de DNA em universidade particular - Foto: Divulgação

Familiares de pessoas desaparecidas poderão realizar coleta de material genético nesta quarta-feira (26) durante uma mobilização nacional que terá pontos de atendimento em João Pessoa, Campina Grande, Guarabira, Patos e Cajazeiras. A ação busca ampliar o banco de perfis genéticos e facilitar o cruzamento de informações que podem ajudar na localização e identificação de pessoas desaparecidas.

A coleta será realizada pela Polícia Civil da Paraíba e pelo Instituto de Polícia Científica (IPC). Os familiares podem procurar qualquer um dos pontos disponibilizados, independentemente da cidade onde o desaparecimento ocorreu.

Como a coleta pode ajudar nas investigações

O material genético coletado dos familiares é inserido em bancos de perfis genéticos e pode ser comparado com materiais eventualmente encontrados durante investigações e buscas por pessoas desaparecidas.

Na Paraíba, a coleta de DNA de familiares também faz parte de uma rotina prevista em portaria interna da Polícia Civil. Conforme a norma, quando uma pessoa permanece desaparecida por mais de 30 dias, deve ser realizada a coleta de material genético de familiares para auxiliar nas investigações.

O procedimento é realizado por profissionais especializados e funciona como uma ferramenta complementar ao trabalho de investigação e localização.

Paraíba registra cerca de 90% de localização dos casos

Segundo levantamento da Diretoria de Estatística (DIEST) da Polícia Civil da Paraíba, aproximadamente 90% das pessoas desaparecidas registradas no estado são localizadas.

O trabalho envolve busca ativa, levantamento de informações, diligências policiais e atuação das delegacias e dos núcleos de homicídios. A utilização de ferramentas de identificação genética também integra esse conjunto de mecanismos.

Veja onde fazer a coleta

JOÃO PESSOA

Delegacia de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP)
Cidade da Polícia Civil, bairro do Geisel
Telefone: (83) 3218-5319

Instituto de Polícia Científica (IPC)
Rua Antônio Teotônio, s/n, Cristo
Telefone: (83) 3218-5200


CAMPINA GRANDE

Delegacia de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP)
Cidade da Polícia Civil, bairro do Catolé
Telefone: (83) 3310-9302

Instituto de Polícia Científica (IPC)
Rodovia Governador Antônio Mariz, s/n, Malvinas
Telefone: (83) 3310-9460


GUARABIRA

Delegacia Seccional de Guarabira
Rua Lodônio Bulhões, nº 36, Bela Vista
Telefone: (83) 3271-2971

Instituto de Polícia Científica (IPC)
Rua Projetada, 19, Mutirão
Telefone: (83) 3271-6735


PATOS

Delegacia Seccional de Patos
Rua Moacir Leitão, nº 922, Belo Horizonte
Telefone: (83) 3423-2553

Instituto de Polícia Científica (IPC)
Rua Marechal Deodoro da Fonseca, 38, Centro
Telefone: (83) 3423-3634


CAJAZEIRAS

Delegacia Seccional de Cajazeiras
Rodovia Transamazônica, s/n
Telefone: (83) 3531-2948

Instituto de Polícia Científica (IPC)
PB-400, Loteamento Boavista
Telefone: (83) 2143-0672

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