Bailarinos masculinos ganham espaço no balé

Bailarinos masculinos no balé ganham espaço, mas ainda enfrentam estigmas e desafios socioculturais no início da formação

Eduardo Cabrera
Eduardo Cabrera
Como dizia Chorão: "Eu vim de Santos". Estudante de Jornalismo na Universidade Católica de Santos, sou apaixonado por esporte, música e comunicação. Torcedor do Santos FC, acredito no jornalismo como uma ferramenta para informar, conectar pessoas e contar histórias.

O balé sempre foi visto como uma modalidade majoritariamente praticada por mulheres, mas, com o passar do tempo, programas globais de incentivo à presença masculina no balé apareceram, o que resultou em um aumento nas matrículas masculinas.

No cenário profissional e de competições de alto rendimento, o mercado para jovens bailarinos é altamente receptivo e competitivo. Grandes organizações internacionais, como o Youth America Grand Prix (YAGP) e o Prix de Lausanne, registram anualmente uma participação robusta de candidatos masculinos que buscam bolsas de estudo em grandes companhias europeias e norte-americanas.

Apesar do avanço no reconhecimento técnico e profissional, o público masculino jovem ainda enfrenta desafios de ordem sociocultural, sendo o estigma social e o preconceito em ambientes escolares tradicionais os principais fatores de evasão nas fases iniciais do aprendizado.

Confira mais informações:

Leia também:

COMPARTILHAR:

Participe do grupo e receba as principais notícias de Campinas e região na palma da sua mão.

Ao entrar você está ciente e de acordo com os termos de uso e privacidade do WhatsApp.

NOTÍCIAS RELACIONADAS